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Ainda no Porto

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Ainda no Porto
Continuação de Ida ao Porto – A primeira vez

Mal o Ab se deitou deitei-me em cima do peito dele meio abraçada e senti o Francisco deitar-se atras de mim, adormecemos…

Durante a noite acordei duas vezes com o Francisco a apalpar-me o rabo e a tentar abrir-me as pernas. Será que o homem não descansa?… Fingi que dormia não o deixando abrir-me as pernas. Acordei deviam ser quase sete da manha com o barulho do chuveiro, estava sozinha na cama… Será que estão ambos a tomar banho? Levantei-me e fui à casa de banho mas era apenas o Francisco que estava debaixo do chuveiro. O Ab não estava no quarto. Sentei-me na sanita para urinar e o Francisco ficou petrificado a olhar para mim… abri as pernas e deixei-o ver bem o que estava a fazer. Limpei-me e perguntei-lhe se demorava pois também queria tomar um duche. –“ah? Desculpa Marta, nunca tinha visto uma mulher a mijar. A Cristina fecha sempre a porta. Saio já!”
Quando saiu não pude deixar de reparar que estava com o mastro em riste, pronto a içar vela… sorri.

Quando saí da casa de banho e entrei no quarto estavam os dois nus na cama. (??) – “What is going on here?” perguntei, ao que o Ab me respondeu “I’m leaving in a few hours and we still have time, tought you might would like to play once again… for goodbye”. Pensei que estava a ficar maluca, ontem tinha a desculpa da bebida e do que fumei sem me aperceber mas hoje… traição pura e simples. Não o podia fazer mas a realidade é que me apetecia repetir.

Envolta nestes pensamentos ouço novamente aquele deus negro “Comme on, lye donw and let me give some pleasure” e o Francisco olhava para mim qual miúdo numa feira de carroceis sem saber bem o que fazer. Aproximei-me deles e deitei-me na cama. Tentei tocar no Ab mas este não me deixou segurando-me os braços e levantando-os, afastando-os do meu corpo. “dont you move Marta”. Levantou-se e foi para o fundo da cama onde me começou a massagar os pés, começou a chupar os meus dedos dos pés, massagando-me as pernas ao mesmo tempo. Hummmm que maravilha. Massagou-me a planta dos pés, fazendo-me cocegas o que logo o levou a parar e voltar a massagar as minhas pernas. Passou um pouco de óleo (que não sei onde arranjou) naquelas enormes mãos e foi subindo pelo minhas coxas demorando-se bastante tempo entre as minhas coxas o que me deixava completamente louca e anciosa para que ele me tocasse na vagina mas nada… cada vez que eu julgava que ia acontecer afastava-se novamente.

O Francisco continuava embasbacado a ver a cena enquanto sozinho ia tratando do seu amiguinho. Quase que me apeteceu dar-lhe um grito para que me deixasse chupa-lo mas achei melhor não o fazer.

O Ab passou para tras de mim e de cócoras junto da minha cabeça começou a massagar-me a barriga subindo
aquelas mãos até às laterais dos meus seios. Agora vou conseguir tocar-te, chupar-te, mas mal lhe tentei tocar levei uma palmada na cona que me fez saltar. “Told you to stay put, Marta”. Confusa com a situação resolvi obedecer e estar quieta. Deu-me um dedo a chupar, que aproveitei e chupei com toda a minha energia, como se fosse o ultimo caralho ao cimo da terra.

Não tardou que voltasse para baixo e aí sim, afastou com uma mão os meus lábios e enfiou em mim a sua língua. Até que enfim, já não aguentava mais. Chupou, lambeu, mordeu-me o clitoris e começou a penetrar-me com os dedos. Vim-me em espasmos, e ele continuou a lamber-me como se nada tivesse acontecido. Nesse momento o Francisco aproximou-se a apertou-me as mamas e logo de seguida beliscou-me os mamilos. Será que combinaram??

O Ab aproveitou-se de ter a mão cheia de óleo e começou a tentar enfiar mais dedos e a penetrar-me num vai vem com 4 dedos dentro de mim. Aproveitou-se da situação e tentou mais mas doeu-me muito e pedi-lhe “Please dont, it hurts too much” ao que ele acedeu e virou-me de barriga para baixo puxando-me pela cintura obrigando-me a ficar com o rabo empinado. Enfiou o topo daquele mastro em mim dizendo-me “What are you awayting for? Your turn now Marta. Show us how much you like me to fuck that pussy.” E eu comecei a enfiar-me naquele caralho de Adónis, grande e negro. Ia e vinha enterrando um pouco mais cada vez que recuava. Senti uma mao a mexer-me no clitóris. Era o Francisco que me tilintava. Deitou-se debaixo de mim e começou a passar a língua no meu clitóris. Que loucura… um 69 com o Francisco e o Ab a foder-me em simultâneo. Será que ele também o lambe?…

Passou a ser o Ab a fazer o trabalho de vai-vem pois eu mal conseguia mexer-me. Estava quase a vir-me novamente quando o Ab me enfia um dedo no rabo e eu gritei “no, please, dont, I dont like that”. Sem saber muito bem o que dizia pois nunca tinha tentado apesar da insistência do meu marido. O Ab saiu de mim e ouvi um “ohhh” do Francisco que de imediato saiu debaixo de mim.

Deitei-me de costas e o Ab veio para cima de mim penetrando-me novamente até que quando se estava quase a vir saiu de dentro de mim e veio-se no meu peito. Desta vez não me deixou limpá-lo com a língua e foi para a casa de banho tomar um duche. O Francisco que tinha voltado a masturbar-me aproximou-se e começou a lamber-me a rata mas rapidamente veio para cima de mim e me penetrou também. Estava tao excitado que rapidamente se veio dentro de mim enquanto dizia “Desculpa Marta, desculpa, não aguentei mais…” e começou a beijar-me enquanto me apalpava as mamas e ia descendo a cabeça para me chupar os mamilos e lamber as tetas cremadas…. Ah? Ele está a lamber-me as mamas esporradas pelo Ab? Vim-me novamente, enquanto ele murchava dentro de mim.

Fomos para a casa de banho onde me perguntou se lhe fazia um favor. – “depende chefinho, que está pensar?” disse eu a sorrir. “preciso de mijar e gostava muito que me segurasses na picha enquanto o faço”. Ahahah, nada de muito mau pensei e segurei-lhe na picha enquanto levantava a tampa da sanita, apontei e rapidamente ele começou a urinar. Sentia o mijo a passar por aquela picha e vinha com imensa pressão. Recordo-me que pensei se teria jeito para ser bombeira, eheheh. Acabou e perguntei-lhe se estava tudo e ele disse-me que não, era necessário sacudir. Ah? Pois…

Tomámos um duche juntos que ele aproveitou para me apalpar toda e depois de vestidos lá fomos tomar o pequeno almoço juntos.

Saímos do Hotel e partimos para o aeroporto Francisco Sá Carneiro, de onde o Ab partiu de regresso a Amsterdam e nos apanhámos a A1 em direção a Lisboa.

Já no caminho e após vários minutos de silencio o Francisco pede-me que tire a tanga e lhe mostre a rata, o que recuso de imediato por ser perigoso e querer chegar inteira a Lisboa. Alem do mais já a tinha visto muitas vezes pelo que não fazia sentido. Aborrecido lá continuou viagem perguntando se não queria parar numa área de serviço para brincar um pouquinho. “Não estamos em França, onde existem motéis nas áreas de serviço. Vamos mas é para casa que tenho de ir almoçar com o meu marido” Calei-me, lembrei-me do Pedro… o que ia fazer agora. Que lhe ia dizer quando chegasse a casa? E segunda-feira na empresa, o que iria o Francisco fazer? Como se iria portar comigo?

Envolta nestes pensamentos chegamos a Lisboa e estava de regresso a casa para um almoço de família com o meu marido e os meus sogros, já que os miúdos estavam com os meus pais.

Obrigada pela paciência. Comentem.

Bjs
Marta

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