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Amante do meu menino

Amante do meu menino

Como eu estava ha bastante tempo sem ter relações com um homem, só me contendo com siriricas e vibradores, eu me sentia muito carente, e a atenção que meu filho me dava me fazia bem. Tinha hora que eu até o provocava só para ver onde ia dar, andava com calcinhas fio dental pela casa de maneira sensual, abaixava-me na sua frente para ele reparar em mim, quando ele ia tirar fotos minhas eu caprichava mais nas posições sensuais, quando íamos dormir juntos eu sempre estava nua e ele também. Muitas vezes ele me abraçava à noite e ficava passando o pau em minha bunda ou na minha bucentinha, chupava os meus seios, beijava minha boca bem de leve com medo que eu acordasse, ficava pegando em mim com as mãos tremulas e a respiração forte, e eu via tudo, fingia estar dormindo. Uma vês inclusive, estava bem frio aqui em nossa cidade, estávamos dormindo peladinhos em baixo das cobertas e o Daniel me abraçava com muita força, eu estava de costas para ele e sentia sua respiração forte na minha nuca e seu pau me acoxando entre as pernas, eu estava sentido um tesão enorme pelo meu filho, imagens dele me penetrando não paravam de vir a minha cabeça, mas tinha medo de onde aquilo ia dar, que tipo de mãe eu seria se aquilo se prosseguisse. Daniel começou a se masturbar com o pênis encostado em mim e acabou gozando nas minhas pernas e nos lençóis, depois, apavorado, ele saiu da cama e foi até o banheiro pegar um pedaço de papel para limpar a cama e a mim, enquanto ele saiu, não resisti por causa do tesão que me corroia, e peguei em seu esperma e coloquei-o na boca e o engoli, minha xana estava pegando fogo, mas eu tinha medo da situação que estava vivendo. Quando acontecia essas coisas, depois, minha consciência me reprimia, sentia-me uma aberração por estar fazendo aquilo, ia na igreja tentar me confessar mas não tinha coragem de falar com o padre nem com ninguém. Meu tesão ia aumentando a cada dia pelo meu filho, talvez pelo fato de ser proibido, por ser um segredo. Ao mesmo tempo, eu o notava cada vez mais saliente comigo, se exibia mais, falava mais sobre sexo, me perguntava sobre as vezes que eu tinha transado, como tinha sido, se eu já havia feito boquete, essas coisas. Eu o reprimia dizendo para ele que poderíamos continuar conversando sobre o assunto, mas que ele devia ter mais cuidado com as palavras. Eu reparava mais em seu corpo, via seu pênis ereto mais vezes, e eu adorava aquilo. Via o quanto ele havia crescido e o quanto estava gostoso.

Havia ocasiões que quando agente ia dar um selinho ele tentava por a língua em minha boca como quem não quer nada, me pedia para enciná-lo a beijar, às vezes com insistência. Queria tomar banho comigo e me pedia para me ensaboar, e ficava passando as mãos nas minhas partes íntimas e eu fingindo naturalidade. Quando a coisa começava a ficar muito pesada eu o xingava dizendo que ele já estava passando da conta. Mas na verdade eu não queria parar. Depois que o tesão passava, quando eu já tinha me masturbado pensando em mim e o Daniel tranzando, muitas vezes eu chorei de remorso. Minha consciência não me deixava em paz, aquilo era contra os meus princípios, contra tudo que eu acreditava, mas meu tesão não me dava tréguas.

No verão passado, tirei férias, coincidiu com as férias do Daniel. Como eu estava mais em casa, procuramos por nossos assuntos em dia. Assistíamos filmes em casa, íamos ao cinema e as praias da nossa região. Numa praia dessas, quando estávamos sentados em um quiosque, um vendedor vendo-nos sentados perguntou ao meu filho se ele não queria comprar uma flor para a namorada, no caso eu. Daniel rindo perguntou quanto custava e comprou um botão de rosas e me deu, me beijou a boca. Meu filho estava tão envolvente naquele dia que parecíamos dois namorados realmente, andávamos de mãos dadas, abraçados, toucávamos beijinhos em público. Quem não nos conhecia achava que éramos namorados, quem conhecia achava bonito nossa amizade e não punha maldade.

Quando chegamos em casa, cansados da maresia, Daniel foi logo tirando a roupa e me convidando para tomar banho, eu tirei a saia que estava vestida, depois a blusa, quando ia tirar meu biquíni ele perguntou se não queria ajuda para desamarrar, eu respondi que sim, ele desamarrou a parte de cima encostando seu tórax em minhas costas, eu percebia que ele estava tentando me seduzir, mas fingia de boba. Quando meus seios ficaram de fora ele os tocou dizendo que queria ter uma namorada com os seios daquele jeito, na hora eu estremeci, fiquei toda arrepiada. Quando foi tirar a calcinha, era um biquíni rosa e verde, ele foi puxando bem de vagar e se deliciando com minha bunda, acho que estava gostando de ver o biquíni desatolar de dentro dela. Quando o biquíni chegou lá em baixo, eu acabei de tirá-lo com o pé, Daniel foi subindo e beijou minha bundinha bem no meio da racha, ao mesmo tempo passou a língua, depois disse que eu era linda demais e que eu não tinha idéia do quanto ele me amava. Mais uma vez eu fingi não perceber nada, puxei-o pelas mãos e fomos em direção à banheira de hidromassagem, deixando no chão meu biquíni.

Queria admitir mais uma vez, para que meu desabafo tenha sentido para mim, que ser desejada pelo meu filho me dava uma sensação de poder, uma tara mesmo. Por isso o dava tanta liberdade comigo. Não sei se foi um erro na educação, minha intenção até aquele momento não era de provocá-lo, mas as coisas foram tomando um sentido inesperado e muito forte para nós dois. Porém, eu como mãe, tinha medo das conseqüências do que poderia acontecer, e aconteceu.

Entramos na banheira, ele primeiro, depois eu, e deixamos encher com agente dentro. Como nossa banheira não é tão grande assim, ficamos muito próximos ao outro, fazendo com que o contato entre nossos corpos fosse ainda mais intenso e aumentando nosso tesão.

Para que meu filho não percebesse como eu estava me sentindo atraída, puxei assunto com ele sobre namoradas. Ele me disse que amava uma mulher proibida, e que quando ele tinha percebido e admitido para si o quanto a desejava, as outras tinham perdido a graça. Aquilo pra mim foi uma direta que eu não esperava naquela hora. Fiquei sem graça, mas procurei disfarçar dizendo que essa mulher era uma mulher de muita sorte.

Comecei a ensaboar-me e Daniel olhava fixamente para mim, de repente o telefone tocou, e eu o mandei atender. Logo que voltou, disse que era uma amiga nossa nos convidando para uma reuniãozinha entre amigos em sua casa, no dia seguinte. Meu filho só me deu o recado, não voltou para a banheira, disse que ia pegar um negócio e que em pouco tempo voltaria. Continuei meu banho e ao perceber que ele demorava muito fui procurá-lo. Ao sair do banheiro e entrar no meu quarto, notei que meu biquíni não estava mais no chão, sai procurando meu filho sem me ater muito para o que poderia estar acontecendo e cheguei ao seu quarto, que estava com as portas abertas e fui entrando. Peguei meu filho no flagra deitado em sua cama, transando com meu biquíni e dizendo: ai mamãe, ai mamãe gostosinha, ai gostosinha… Ele estava gozando na hora que eu o vi daquela maneira, foi tudo muito rápido. Tentei sair sem que fosse notada mas quando me veio o pensamento meu menino olhou para mim. Na hora não sabia o que dizer. Ele estava muito sem graça. Para não causar muito constrangimento para ele, fui saindo do quarto e disse para ele continuar se quisesse. Ele não disse nada. Enxuguei-me e fui para cozinha com a intenção de preparar alguma coisa para comer, mas pensando no que tinha visto. A cena que tinha acabado de presenciar não saia da minha cabeça, eu estava sentindo muito tesão e medo. Como agiria dali para frente, devia conversar com ele e censurá-lo, devia continuar fingindo naturalidade, ou devia de uma vez por todas aceitar meu sentimento e deixar as coisas acontecerem. Não sabia.

Algumas horas depois ele saiu do quarto e foi em direção ao meu, nisso já era umas 20:00h. Pediu-me desculpa e me entregou a calcinha, ainda suja de esperma. Ele disse que tinha tentado limpar, mas que não tinha conseguido tirar tudo, e que eu o perdoasse. Aquela situação era constrangedora, e apesar da proximidade que tínhamos não sabia como agir naquela hora. Peguei o biquíni e disse a ele que fosse jantar, que a comida estava esquentada.

Ao sair para a cozinha uma onda de calor invadiu meu corpo, peguei o biquíni e lambi o esperma do meu filho. Toquei uma siririca e encharquei o edredom de gozo.

Quando ele voltou para meu quarto, eu estava assistindo um filme que havíamos alugado. Meu filho me pediu perdão mais uma vez, e disse que aquilo não voltaria a acontecer e saiu triste e sem graça em direção ao seu quarto. Na hora, eu o chamei de volta, para assistir o filme comigo. Ele veio e se deitou ao meu lado. Pedi a ele que se embrulhasse, pois estava frio, o que prontamente ele me obedeceu. Eu estava nua, e Daniel com uma bermuda folgada.

Ficamos assistindo o filme no maior silêncio, nenhum de nós ousava falar alguma coisa. De repente Daniel começou a lacrimejar, estava chorando, pedia-me desculpas e implorava que eu dissesse alguma coisa. Eu me senti arrasada, meu filho estava sofrendo sozinho por uma coisa que eu também tinha provocado, mas por covardia o deixava se sentindo mal. Vendo ele naquele estado, eu também chorei, o abracei e o beijei, dizendo pra ele não se sentir tão mal, que o meu bebezinho estava virando rapazinho. Que era normal ele sentir vontade de estar com uma mulher.

Nesse momento ele chorou mais ainda e disse que precisava contar uma coisa para mim, mas que tinha medo de que as coisas mudassem entre nós. Eu o acalmava dizendo que nada conseguiria mudar nossa amizade e nossa intimidade. Então ele desabafou comigo, disse que tinha muita atração por mim, que tinha desejo sexual, que me amava como mãe mas que também me queria como mulher, mesmo sabendo que aquilo era errado. Eu escutei tudo com ele abraçado a mim, nós dois deitados na cama chorando os dois. Puxei-o para cima de mim e beijei seu rosto, dizendo que ele sempre seria meu bebê e que não se preocupasse com aquilo.

Depois de ter dito isso, não resisti aos meus impulsos e o beijei a boca como nunca havíamos nos beijado antes, ficamos nos beijando por um longo tempo e o Daniel se exitava cada vez mais. Começou a passar as mãos em meu corpo, lamber meus seios e minha orelha. Não agüentei e num impulso puxei sua bermuda de forma que seu pênis ficasse de fora, de maneira que eu pudesse tocá-lo. Comecei punhetando-o e minha respiração era forte em seus ouvidos. Ela também enfiou o dedo em mim e começou a me bolinar, a exitar minha xana. Cada vez que ele enfiava e tirava o dedo de mim eu gemia alto, dando para meu filho escutar, ele se exitava também com minha euforia. Passando a mão em meu corpo ele começou a apertar minha bunda, a tocá-la e a fazer carinho, depois enfiou o dedo em meu botão e ficou me masturbando também o anus. Num impulso dele ele tentou me penetrar, eu disse não, que aquilo não era certo, depois ele tentou lamber minha xana, mas eu também não deixei, continuamos nos masturbando até que gozamos os dois juntos. Ele sujou minha mão de esperma e eu impulsivamente lambi tudo enquanto gozava.

Quando terminamos, eu o beijei. Não tive como esconder e revelei a ele minha fraqueza, que o desejava como homem, mas que não era certo acontecer entre agente nada mais do que havia acontecido. Que as coisas deviam chegar só até onde chegou. Ele me ouviu e ficou calado e acabamos adormecendo.

No dia seguinte acordei e fui à cozinha preparar nosso café, fui mais uma vez nua, como de costume, aos poucos ia lembrando do que tinha ocorrido e ao mesmo tempo que me sentia leve sentia um vazio, uma aflição. Pouco tempo depois meu menino levantou-se e enquanto eu mexia no armário procurando alguma coisa ele me agarrou por trás, beijando meu pescoço e minha orelha, passando as mãos em minha xana e dizendo que queria fazer amor comigo de novo. Eu não agüentei o tesão e o recebi, ele me penetrou em pé e começamos fazer sexo ali mesmo, na cozinha. Foi estocando em minha xana e dizendo que o sonho dele estava se realizando, repetindo que me amava e que queria ser meu homem para o resto da vida. Minha xana estava em brasas e eu o beijava enlouquecidamente, sentindo um prazer que nenhum homem até aquele momento havia me proporcionado. Depois me puxou para a sala, sem me despenetrar, talvez com medo que eu não o recebesse mais em minha bucetinha. Chegando na sala deitamos no sofá e começamos a transar loucamente, eu dizia baixinho para ele que ele era meu filho querido e que o amava, abracei-o com minhas pernas e pouco tempo depois gozamos os dois juntos. Ele inundou minha bucetinha com sua porra quente e gostosa. Ficamos nos beijando por mais alguns instantes sem que ele tirasse o pênis de mim, parecia que ainda tinha medo de tirar e eu não aceitá-lo novamente.

Como nenhum de nós queria se livrar um do outro naquele instante, exitamonos outra vez. Sentia o pau do meu filho crescendo dentro de mim, quando estava ereto de novo, pedi que ele deixasse eu presenteá-lo, que me despenetrasse para eu fazer uma coisinha que tinha certeza ele iria gostar. Quando ele me despenetrou eu me abaixei e comecei a saborear aquele pinto gostoso, queria senti-lo em minha boca, chupava-o enquanto meu filho fazia carinho em meus cabelos. Quando ele viu que gozaria, me puxou e pediu que fizéssemos um 69, eu não queria deixar aquela boquinha pura tocar minha xana, mas meu tesão era grande e com a insistência do meu filho eu não resisti. Quando ele tocava minha bucetinha parecia que estava levando choques elétricos de tanto prazer que aquilo estava me proporcionando. Quando ele cravava sua língua lasciva em minhas entranhas eu o respondia com gemidos e mais volúpia nas minhas chupadas. A coisa estava tão gostosa com meu menino em baixo de mim me lambendo e espalmando minha bunda que não resisti e entrei-me num delicioso e demorado orgasmo. Chupava-o e gemia ao mesmo tempo enquanto ele enchia minha boca com leite gostoso e puro. Ele continuou lambendo minha bucetinha e provando meu sabor por alguns instantes. Aquele momento era mágico para nós dois.

Depois que terminamos o que tínhamos feito minha consciência pesou, mais ainda por não termos usado camisinha. Por causa do trauma de eu ter engravidado sem planejamento, tinha medo de engravidar de novo, e agora do meu próprio filho. Tomei medidas para que isso não acontecesse, usando a pílula do dia seguinte, mas mesmo assim ficava preocupada. Por isso, mesmo meu menino me procurando para fazer amor, no primeiro mês, devido a preocupação e à consciência pesada, não tínhamos um sexo do jeito que ele sonhava e eu também queria. Depois do primeiro mês fui me acostumando com a idéia e tomando cuidado usando pílulas anticoncepcionais e percebi que não estava grávida, era só neura mesmo, entreguei-me ao prazer total junto ao meu filho.

Ele me chupa, mete em minha xana, me pede para lhe chupar, me masturba e fazemos tudo que nosso amor permite. Numa de nossas transas, ele me pediu para fazer sexo anal comigo. Fiquei meio apreensiva, pois ainda não havia experimentado e tinha medo de não agüentar a dor, aos pouquinhos fomos conseguindo e agora fazemos um amor completo a seis meses. Tem hora que me dá peso na consciência, mas meu filho vem com seus carinhos e eu esqueço. Eu adoro ser amante do meu menino.

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