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Caminhos e Encontros

Caminhos e Encontros
O sol brilhava forte quando seus lábios se tocaram. Ela já com o corpo em brasa e ele sentindo seus poros suarem desejos. As bocas se alimentando uma da outra, sorvendo suas ânsias, nutrindo seus desejos.

Ela sentindo as mãos quentes dele em suas costas sob a roupa subindo e descendo em toques suaves. As pontas dos dedos causava arrepios deliciosos eriçando cada pelo do seu corpo.

Ele invadia a boca dela com sua língua cada vez mais, explorando cada canto. Sentia o perfume delicado, feminino, dela, que despertavam mais e mais desejos. Os seios duros roçando seu peitoral aumentavam seu tesão de tê-los em seus lábios.

A intensidade dos beijos aumentou e ela começou a despi-lo pela camiseta. Ele beijava o pescoço, a orelha e voltava ao pescoço. Os corpos com as temperaturas subindo vertiginosamente.

Ele afastou um pouco seu corpo. Uma das mãos embrenhou os cabelos dela na altura da nuca puxando suavemente sua cabeça para trás, o que a fez fechar os olhos e abrir ligeiramente os lábios que logo foram sugados em mais um beijo. Com espaço entre eles, a outra mão adentrou a blusa acariciando-a levemente na barriga e, como um predador sorrateiro, foi subindo até os convidativos montes. Envolveu a mão em um deles e com suaves apertos fazia os delicados lábios soltarem gemidos.

Sentindo seu corpo em brasa, tira a própria blusinha com pressa, deixando o convite dos seus desejos expostos. Vai às alturas quando os lábios, carnudos e morenos, exploram deliciosamente os claros seios. A fonte jorra sua água caudalosa de puro desejo.

Beijava, lambia, reverenciava e mordiscava os mamilos. Sugava como se quisesse colocá-los inteiros dentro da boca. Eram saborosos! Não queria deixá-los, mas o desejo de desbravar o mundo novo, quente como sol de verão e claro como a areia, à sua frente era maior. Desbravando com boca e sua língua, foi descendo em direção à gruta dos prazeres.

O paladar sofisticado em sua pele era quase tudo que ela fantasiava. O toque da língua quente e úmida a deixava mais quente e úmida. Sua vontade era de gritar. Baixou a cabeça e viu as mãos ágeis desabotoarem seu short e despi-la completamente. Nem mesmo assim seu corpo refrescava. Precisava de algo mais para satisfazê-la.

Os seios dela parecem se transformar em dois vulcões quando os lábios morenos tocaram delicadamente a parte interno de suas coxas. Gemeu sem esconder o desejo que sentia, e isso fez com que ele ficasse por ali. Cada beijo, cada lambida, era uma tortura. Às vezes sentia a respiração quente dele na sua carne úmida e pensava ter chegado o momento tão esperado, mas ele se afastava.

Ele podia sentir o perfume de desejo que exalava daquela flor rosada. Sua vontade era a de um beija-flor: alimentar-se do néctar. Aproximou-se, fechou os olhos e, com seu tesão tomando conta, encostou os lábios na flor, fazendo o corpo dela estremecer e um sussurro sair: “vem!” Sua boca salivava de vontade de saboreá-la e assim investiu. A língua que a pouco explorava a boca, passou a explorar a flor do prazer.

Seus líquidos se misturavam. Ácido e doce, Loucura e sensatez. Calor e frio. Uma explosão de sensações invadiu o corpo dela. Queria mais e mais. Queria ser o prato mais sofisticado para aquela boca que, maestralmente, parecia conhecer cada pedaço, cada segredo. Gemia movimentando o quadril vagarosamente aumentando a sensação do toque suave da língua. Sabia que não suportaria muito tempo. Levou as mãos aos cabelos, cravou os dedos entre eles e o puxou para si. Com a língua, quente e úmida, degustando-a, não pode procrastinar o que era inevitável. O clímax chegou, intenso e prazeroso. Sentiu o néctar da sua flor se misturar com o paladar dele.

Era maravilhoso sentir aquele gosto, e ele desejava mais. Bebeu todo o néctar e, guloso como estava, sugou o botãozinho da flor. Queria mais! As mãos foram novamente aos seios e, ao tempo que sugava, apertava-os, fazendo o corpo claro estremecer. E assim pode saborear mais uma torrente de prazer vindo Daquela maravilhosa mulher.

Quase fora de de tanto prazer, ela puxou-o, desejando loucamente senti-lo lhe invadindo, lhe preenchendo toda, de todas as formas. Desabotoou a bermuda e jogou-a longe. Disse a ele que era a vez dela degustá-lo.

Apreciou o corpo moreno como tantas vezes o fez por fotos. Mas agora estava à sua frente e só seu. Beijou os lábios. Percorreu o caminho entre os músculos se embriagando com o cheiro de homem misturado com desejos que saíam pela pele até chegar ao cobiçado pivô de solitárias noites molhadas.

O membro teso à sua frente não escondia suas vontades. Molhado e pulsante mostrava seu tom da cor do pecado e encarava-a querendo satisfazê-la.

Ela chegou devagar, passou a língua em toda sua extensão e o envolveu com seus lábios. Seu corpo extasia-se. Deliciava-se como se não houvesse amanhã. Lambuzava-o e se lambuzava. Grosso, quente, pulsante, saboroso, entrava e saía da sua boca.

A boca dela trazia-lhe sensações maravilhosas, alucinantes. Poderia dar o mesmo prazer que ele deu a ela? Envolvido pelos lábios macios apreciava cada sugada, cada lambida, cada engolida. Do modo como estava cheio de tesão, chegaria logo ao seu clímax. Então, delicadamente, segura a cabeça dela e traz a boca dela até a sua. Beija-lhe sentindo seu próprio gosto.

Instintivamente ela segura o membro pulsante e direciona-o para sua entrada quente e inchada de desejo. Seu corpo pedia há muito tempo por aquilo, por aquele mastro adentrando sua intimidade. Gemeu ao sentir ele começando a penetrar-lhe vagarosamente, milímetro por milímetro, a sua carne. Parecia que seu corpo iria explodir de tanto desejo e tesão. Era alucinante sentir aquele homem, tanto desejado, com o instrumento todo dentro dela e ao mesmo tempo que bombava suavemente, beijava-lhe a boca e os seios duros.

Ele sentia o aconchego delicioso e prazeroso daquela mulher. Sentia seu corpo inflamando a cada investida, a cada beijo, a cada toque. Seus corpos pareciam feitos um para o outro. Seus desejos mais profundos sendo satisfeitos. Como era maravilhoso entrar e sair daquele corpo quente, molhado e suado de prazer. Seu membro a invadia profundamente no mais íntimo. Os lábios dela se abriam apenas para respirar acelerado e deixar escapar seus gemidos que o enlouqueciam mais.

Os dois corpos na dança dos deuses, experimentando o quão quente eram juntos; o quão desejavam ardentemente a carne um do outro. Ora eram como canibais, ora eram como escravos. Sentiam-se deuses, podendo para o tempo, podendo percorrer mundos desconhecidos, podendo elevar suas almas ao plano superior.

As estocadas, ora suaves, ora fortes como se a quisessem rasgá-la ao meio, faziam-na ver estrelas. O prazer era ainda maior quando ele beijava seu pescoço e gemia em seu ouvido. Seu sexo implorava que ele entrasse cada vez mais fundo, pois estava para chegar ao ápice do seu prazer novamente. E ele, misticamente, pareceu ler os sinais latentes, acelerou seus movimentos provocando os mais altos e excitantes gemidos. Aquele membro grande, grosso e pulsante era tudo que precisava naquele momento, mas se perdeu loucamente quando ele disse em seu ouvido que ela era muito safada. Seu corpo explodiu em um orgasmo fantástico.

Ele deu tempo à ela para recuperar o fôlego. a respiração acelerada e o corpo trêmulo. Ele então saiu de dentro dela e, carinhosamente, beijou sua boca sugando seus lábios. Depois com os dedos emaranhado nos cabelos dela, desceu para o pescoço, desceu mais um pouco para o colo. Ela exprimia gemidos mudos, quase inaudíveis. Ele continuou descendo e ao chegar aos seios, seus lábios quase não tocava a pele, provocando sensações novas. Passou a língua na ponta deles e sugou. Ouviu ela anunciar que queria mais.

As mãos que acariciavam o corpo extasiado, viraram-na de costas para ele. Livrou-se dos cabelos sedosos da nuca, beijou-a e desceu por toda a extensão da coluna dela, deixando-a toda arrepiada. Chegou naqueles montes que pareciam duas dunas quentes, tocou-os com seus lábios e apertou-os com as mãos. Ele não podia ver, mas ela sorria satisfeita por estar sendo desejada.

Segurando-a pelo pescoço, com leve pressão, mordiscou a orelha e colocou a ponta de seu membro na entrada dela novamente e, sussurrando que ela seria dele, foi enfiando devagar. Ela empinava a bunda para se deliciar com cada investida lenta, porém, vigorosa dele. Ele demonstrava o prazer que sentia gemendo no ouvido dela. Seu corpo formigava. Naquele loucura prazerosa, sabia que não demoraria em receber a sua recompensa.

Ela sentia seus instintos mais selvagens a flor da pele. Vivenciava cada segundo como se fosse minutos. O corpo dele colou-se completamente ao seu. Delirava com o abdômen roçando sua bunda e o peitoral forte e suado em suas costas. Ela implorava por mais e mais. Então revelou para seu amante que estava prestes a gozar de novo. E ele anunciou que também. Isso a fez pegar as mãos dele e levá-las até seus seios inchados de tesão e apertá-los.

Os gemidos se fizeram presentes. Ela rebolando. Ele entrando e saindo dela. Assim seus corpos se unificaram em um orgasmo maravilhoso, levando os dois à satisfação plena. Ela sendo desejada; ele a possuindo.

Ele aconchega sua musa em seus braços e com a cabeça dela recostada em seu peito diz o quanto ela é especial; o quanto aguardava por aquele momento em que poderia tê-la somente para ele e ele para ela. Que ninguém poderia tirar o que haviam vivido. Beija-lhe os lábios e os olhos.

Ela, entorpecida pelo êxtase de prazer, adormece protegida pelos braços de seu cavaleiro – que ela preferia sem armadura.

Os dois sabiam que aquele inesquecível momento não seria único. Pois aquele dia serviu apenas para acender ainda mais os desejos de um pelo outro. Pois não tinha sido em vão que o destino tivesse cruzado seus caminhos.

Bunlar da hoşunuza gidebilir...

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