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Corrida na Praia

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Corrida na Praia
Final de tarde, ainda estávamos deitados na cama, curtindo um ao outro, com a preguiça de uma mad**gada longa e aproveitada ao máximo, pois quase não nos víamos, com tantos compromissos de trabalho e família. Tínhamos chegado com o sol já nascendo, exaustos da noitada, mas loucos de tesão acumulado por tantas noites distantes um do outro, e ainda que tenhamos abusado da noite, não nos permitimos dormir sem nos exaurir por completo, como se tentássemos fazer em umas poucas horas, tudo o que queríamos fazer todos os dias que não pudemos estar juntos.
E abusamos um do outro, como sempre fazemos, e por isso, a preguiça estava bem presente na cama conosco.
Rolamos na cama, conversamos, rimos, nos acariciamos e quase recomeçamos tudo de novo, não fosse o fato de que Letícia tinha planejado se exercitar um pouco, pois tinha se inscrito em uma maratona que aconteceria em poucas semanas e precisava voltar a treinar, ou não conseguiria concluir a corrida. Ela então insiste em uma corrida na areia, querendo me incentivar a correr com ela, me motivar a acompanhá-la nos exercícios, e eu topo facilmente, claro, afinal a companhia dela é sempre prazerosa, independente do momento.

O dia estava ensolarado, típico dia da praia carioca de ser, então pulamos da cama para conseguirmos aproveitar o que nos restava do dia e nos arrumamos para a corrida. Letícia já tinha algumas roupas de corrida em minha casa, então não teve problemas para se vestir adequadamente para correr. Vestiu uma camiseta de uma corrida antiga que participou, uma bermuda de lycra dessas justinhas, moldando seu delicioso corpo que já me deixa louco ao natural, com um short curto de tactel por cima, bem ao estilo corredora, um tênis confortável, sob toda a vestimenta, um biquíni estampado de amarrar e, para concluir o uniforme, acrescentou uma viseira. Letícia estava uma legítima corredora, enquanto eu, totalmente oposto ao seu estilo, apenas coloquei um short e uma camiseta surrada qualquer, uma sunga e um tênis.

Iniciamos a corrida e seguimos em um trajeto considerável, partindo do Posto 12 do Recreio dos Bandeirantes, correndo pelo asfalto da ciclovia, curtindo a paisagem da praia pelo calçadão, enquanto nos exercitávamos. Experiente em corridas como é, vira e mexe ela agarrava a sua passada de treino e eu segurava a minha, pois meu preparo é inferior ao dela neste esporte, mas fazia com o intuito mais de me permitir a visão de sua bunda, que sou apaixonadamente tarado, mas ela logo percebia e reduzia para me alcançar e me fazer acompanhá-la. E pensando a respeito, foi até bom que ela me puxasse, pois correr com uma ereção não é nada agradável…

Passávamos pelo posto 9, último posto da praia (ou primeiro, dependendo do ponto de vista) seguindo no sentido da Barra da Tijuca, e o trajeto já começa a ter uma paisagem mais natural, pois de um lado seguimos tendo a praia, mas do outro, com exceção da avenida e dos carros, uma área de preservação ambiental, ou seja, nada de prédios, casas ou qualquer construção feita pelo homem.

Chegando ao final da praia do Recreio, a ciclovia desvia do calçadão e atravessa a avenida, nos encaminhando para fora da orla, seguindo pelo outro lado da avenida, por um trecho mais abaixo que o nível da pista dos carros, mais distante e sem a visão da praia, mas mais próxima da lagoa. Seguindo nossa corrida percebemos que o fato da pista ser em desnível à avenida faz com que o som dos carros não seja tão notado e transforma a corrida em quase silenciosa. Aquela área de preservação ambiental nos dava a sensação de estarmos correndo em uma área virgem. Ouvíamos apenas o som pesado de nossas respirações, bem destacadas pelo silêncio ao redor. Podíamos não ter o mar para curtir de paisagem, mas a lagoa era tão aconchegante de se ver quanto, e ainda tínhamos o silêncio e a natureza totalmente ao nosso redor, ficando apenas a ciclovia de visual urbano.

Com meu ritmo reduzido, a paisagem, o ambiente, tudo isso acrescido ao fato de que não havia viva alma no horizonte, e que já estava excitado desde o momento em que assisti Letícia se vestir para correr comigo… Era difícil não precisar a todo momento ajeitar o pau dentro da sunga, e correndo, a tarefa se tornava bem incômoda. Ultrapassávamos os 4 Km quando pedi para pararmos um pouco, e Letícia virou-se para mim para me puxar e incentivar a seguirmos correndo, mas eu a puxei e beijei. Ela, claro, retribuiu, mas pensou que era apenas um beijo de carinho e logo ia se soltar e me puxar para correr, mas eu a abracei, segurei sua cabeça pelo pescoço e voltei a beijá-la. Um beijo que começou leve, suave, gentil, mas mudou rapidamente para sensual, quente, fogoso, erótico… Fui dominando-a, empurrando seu corpo com o meu, até encontrar algum obstáculo impedisse seu corpo de afastar-se do meu, enquanto com as mãos eu passeava por suas curvas, apertando e puxando seu corpo para sentir o quão excitado ela havia me deixado. Minha tara estava tão descontrolada que ao fazê-la ir para trás em busca de algum apoio, acabei fazendo-a desequilibrar-se no meio fio da ciclovia e acabamos caindo na areia. Rimos, claro, da situação que parece ser típica às que vivemos, sempre com uma tara e algum acidente tolo e cômico.

Nos levantamos para seguirmos correndo, mas agora estávamos cheios de areia grudada em nossa roupa, quase à milanesa, como dizemos na praia. Sugeri um banho de mar para nos limparmos e continuarmos a corrida na areia, ao que ela topou. Aproveitamos uma saída da pista que dava para a avenida e seguia para um acesso à areia entre toda a vegetação protegida, então atravessamos a avenida e passamos pelo caminho. Naquela área da Reserva a praia é tão deserta quanto a pista em que estávamos correndo, como já era fim de tarde, a claridade já sumia, dando início à noite que, por aquela área ser de proteção ambiental, não havia iluminação alguma.

Nos molhamos, tiramos a areia e, saímos da água. Ela, saindo logo diante de mim, caminhando e rebolando, com aquele biquíni enfiado como se fosse um fio-dental, salientando aquela bunda que me deixa louco, não pensei duas vezes: a corrida vai esperar! Olhei para um lado, deserto; olhei para o outro, deserto; olhei para o acesso à praia pelo qual viemos e apenas um carro ou outro passando, mas em velocidade e, considerando a vegetação alta, incapazes de qualquer visão. Retornei meus olhos para ela, ainda de costas, caminhando até um banco de areia onde deixamos nossas roupas, e assim que ela se abaixou para pegá-las, colei na bunda dela por trás, abraçando-a com uma mão em volta da sua barriga e a outra em volta da sua bunda. Beijei sua nuca, seu pescoço, e ela suspirou. Ela então percebeu que não ia parar e virou-se para mim para me repreender que alguém poderia nos ver. Parei de beijá-la e disse: “- Olhe para lá…” E ela olhou para a direita, não vendo nada além da noite que se formava e uma nuvem de maresia que embaçava um pouco o horizonte. Continuei: “- Agora olhe para lá…” E ela olhou para a esquerda, percebendo a mesma paisagem da direita. Ela então assimilou o mesmo que eu havia assimilado e, voltando seu rosto para o meu, olhando fundo nos meus olhos, percebendo as faíscas que estavam se acendendo, agarrou meu rosto e retribuiu meu beijo com volúpia, enroscando sua perna na minha e puxando meu corpo contra o seu, fazendo com que caíssemos, dessa vez com a total intenção, apoiando-nos no banco de areia em que nossas roupas encontravam-se. Nos beijávamos com intensidade, um quase devorando o outro, rolando na areia como se estivéssemos em um filme, misturando romance, sensualidade, e ao mesmo tempo nossas mãos apertando nossos corpos e sexos, tornando a cena para quem pudesse ver algo digno de um filme erótico, pornô.

Com uma das mãos eu enroscava seus cabelos em meus dedos e te puxava, me permitindo total acesso ao seu pescoço desprotegido, e eu mordia, e lambia, e chupava com vontade, ao mesmo tempo em que minha outra mão apertava suas coxas e subia na direção da sua bunda, apertando com a mesma tara de um muleque de 14 anos, buscando invadir sua buceta e seu cu por trás, com os dedos esfomeados, puxando seu biquíni para o lado e explorando tudo o que podia. Ao mesmo tempo, suas mãos apertando minhas costas, meus braços, fincando suas unhas e me puxando contra seu corpo, puxando minha sunga para cima, arrancando meu pau pela lateral e apertando-o entre suas coxas, esfregando-o em sua buceta encharcada de tesão…

Depois de alguns minutos de disputa pelo controle, com meu corpo sobre o dela, suas pernas erguidas e arreganhadas, ela agarrou meu pau e posicionou-o na entrada da sua buceta, e mal meu pau encostou na entradinha dela, Letícia fincou suas unhas na minha bunda e me puxou de uma só vez contra seu corpo. Meu pau entrou inteiro de uma só vez, lambuzado por toda sua excitação, fazendo-a gemer em alto e bom som, do jeitinho que eu amo ouvir. E toda aquela tara, toda aquela excitação, para cada movimento, parecia dobrar de tamanho. Com um dos pés ela conseguiu tirar a minha sunga e me deixar totalmente nu sobre seu corpo. Eu estava literalmente de bunda para a lua, que brilhava cheia no céu estrelado e se fazia a única fonte de luz naquele ambiente. E ela estava literalmente como uma loba, uivando para a lua com seus gemidos deliciosos e que me faziam enlouquecer de tesão e investir cada vez mais forte na penetração. Ela então disse: “- Você é louco! Nós somos loucos! Puta que pariu! Ai, que gostoso… A gente está fudendo no meio da praia!!! Hmmmm…. Mete… Mete forte!!! Assim… Não ouse parar! Agora que começou, vai até o fim!!! Vai me fazer gozar e eu vou gemer alto!!! Que delícia… Não quero nem saber!!! Foda-se o mundo!!! Puta que pariu, que pau gostoso!!!”

Eu, que adoro vê-la desse jeito, me lambuzo de tesão e falo: “- Vai, minha gostosa! Goza nesse pau que você ama! Não tinha essa fantasia? Não queria fuder na praia? Então agora goza, cachorra! Geme! Geme alto, que eu quero ouvir! Geme, que eu quero ouvir essa cachorrinha gozando! Goza, minha putinha! Goza bem gostoso! Lambuza esse teu pau! Vem minha gostosa! Goza, que eu vou gozar bem gostoso nessa buceta gulosa!”

Letícia, tão tarada quanto eu, anuncia que está perto de gozar e então agarra minha cabeça e me puxa contra seu rosto, grudando sua boca na minha. Nos beijamos, nos lambemos, nos grudamos e só nos separávamos por breves segundos para resgatar um pouco de ar e voltar a nos atacar. A volúpia dos nossos beijos, a intensidade da penetração, a força com que nos agarramos… Tudo era um extremo de sentimento, de tesão. Acrescentado à isso tudo, o ambiente, o ar livre, a noite estrelada, a lua cheia, o som do mar, a praia deserta, sexo na areia, a fantasia sexual… Nossa, um conjunto perfeito!
Letícia me puxando para entrar cada vez mais; eu empurrando para penetrá-la cada vez mais… Nossa típica batalha de tesão, com um querendo devorar o outro e dar o máximo de prazer. A foda cada vez mais intensa, se é que isso poderia ser possível, e Letícia começa a me arranhar, me apertar, fincar as unhas… Me aproximei de seu ouvido, lambi, beijei, mordi sua orelha e disse: “- Geme, meu amor… Geme do jeitinho que você precisa… Geme alto… Alto e sem medo… Geme, minha gostosa, que eu amo te ouvir gozar…” E ela começa a gemer ainda mais alto, solta, liberta de receios de ser ouvida. Ela sabe o quanto eu amo ouví-la gemer e sabe que ali não haveria nenhum empecilho, nada que a fizesse temer ser ouvida. Olhei diretamente nos olhos dela e a mandei gemer, e a forma como eu disse essa última vez deixou-a no limiar da excitação, e ela então apertou minha cintura e, olhando fixo nos meus olhos, fala: “- Filho da puta, gostoso, eu vou gozar!!! E ela goza em alto e deliciosíssimo bom som, o que me fez gozar juntinho com ela.

Ofegantes, nossos corpos ainda colados, nossas mentes ainda desligadas do mundo ao redor, após alguns minutos recuperando o fôlego, voltamos ao mar para um novo “tirar de areia” e nos vestimos para voltar para casa, afinal, depois dessa maratona, não havia necessidade de seguir a corrida. Agora só precisávamos dos alongamentos, que deixamos para após o banho, deitados na cama, curtindo a nova preguiça que se instalou…

Se gostarem, adoraria saber a respeito. peti_rj@hotmail.com

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