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Dar uma “mãozinha”!

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Dar uma “mãozinha”!
Era uma tarde solarenga de fim-de-semana, ela não lhe apetecia sair de casa e eu passava por lá para ver se a convencia a vir dar uma volta.

Chegado a casa dela vi que estava com o seu vestido que usava nos dias de praia que deixava ver ocasionalmente as suas bem constituídas coxas e realça as suas curvas.

Como estava a fazer as suas tarefas de limpeza habituais, esperei por ela e sentei-me no seu puf que me punha quase sentado no chão e parecia mais uma tarde normal.

Quando ela começa a arrumar os livros à minha frente reparo que ela não trazia nada por debaixo daquele simples vestido. Os seus lábios vaginais apresentavam a cor do prazer que destoava de tudo o que lhe rodeava e isso deixou-me algo excitado naquele momento.
Levantei-me e aproximei-me dela e coloquei-lhe a mão nos lábios vaginais, passando os dedos entre eles até sentir que ela fica húmida. Ela perguntou o que queria com um tom despreocupado e disse que tinha que fazer coisas e que não poderia ser agora. Eu disse-lhe que lhe podia dar uma ajuda para acelerar as coisas, enquanto a continuava a penetrar com os meus dedos. Para acabar com a resistência mordisquei-lhe as orelhas e dei-lhe um beijo longo no pescoço e então ela olhando para a minha excitação perguntou se não era eu que precisava de uma ajudinha.
Disse-lhe que se ela me desse uma “mão” eu lhe daria uma ajuda e então fomos cumprir este acordo.

Fomos para o quarto e ela tirou-me a roupa e rapidamente e eu fiz-lhe desaparecer o vestido num ápice antes de me deitar na cama. Mal me deitou ela pediu para passar para os pés na cama, ficando com as pernas de fora da cama e é ai que ela me diz que queria fazer a “cabra cega”.
Ela tira um lenço do armário e tapa-me os olhos, mandando-me deitar de olhos vendados.

Senti uma vulnerabilidade e expetativa que me deixou ainda mais excitado por não conseguir ver o que se passava.

Senti as suas mãos a fazerem uma leve massagem em mim e na glande, e depois senti o reconfortante loção com que ele me lubrificava, passando as mãos calmamente pelo corpo, pela glande e fazendo pequenos círculos na uretra que me deixavam agarrado aos lençóis. É ai que começa num movimento descendente até que para e sinto os seus cabelos no pénis e de repente sinto o seu nariz e a sua língua no meu corpo, a dar pequenas lambidelas em várias partes do pénis enquanto passa as mãos pelas pernas e barrigas.
E é ai que ela me abocanha com os seus lábios, concentrando-se na glande, algo que me deixou muito contente.

E repente ela para e sinto-a a subir para cima da cama e sinto as suas mãos a apoiarem-se no meu peito e sinto as suas mãos a guiarem o meu sexo para dentro dela e sinto a sua humidade interior e ela começa a cavalgar lentamente. Amarro-me às suas robustas pernas e solto alguns gemidos de prazer como forma de agradecimento pelo tratamento.
E antes que eu atingisse o meu clímax ela desemparelha de mim e sinto-a a rodar e agarrar-se as minhas pernas e de repente sinto que a minha glande tinha entrado num local mais apertado, senti-me mais dentro dela, mais dentro dela do que me havia sentido até ali.
Ainda com mais calma ela continuou o seu balançar carnal e eu mais uma vez apenas me agarrava às suas grossas coxas até que senti que o clímax estava próximo e quando a aviso, ela diz-me um excitante “deixa lá” e isso foi o interruptor para lhe deixar todo o leite que tinha armazenado em mim.

Rapidamente ela tira-me a venda e começamos numa sessão de carícias acaloradas, e quando a viro para lhe ver os estragos que lhe tinha deixado no traseiro e regozijo-me com o leito de esperma que lhe saia do ânus, ela diz-me num irónico “vou precisar de ajuda para limpar isso”.

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