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Futebol e sexo

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Futebol e sexo

Futebois …
O verão estava a despedir-se como um barco prestes a abandonar o cais quando eu conheci o Mota, um tipo com um rosto largo e sobrancelhas de vassoura. Ele era cabo da marinha e claramente um homem sexualmente experiente.
Quem nos apresentou foi uma maluca do Porto, que andava por Lisboa a organizar “festas swing”. “ele tem o maior caralho que já papei. Lubrifica-o bem, senão ele rasga-te”, anunciou ela.

“Sabes já comi gajas por todo o mundo”, gabava-se ele. Quem me dera fazer uma digressão mundial de caralhos, para poder provar o que há de bom pelo mundo fora.” , respondia-lhe.
“que países gostavas de visitar?”
“Eu começava logo pelo Senegal, dizem que os pretos nativos têm 25 centímetros de picha”
. “sabes, eu sou do Benfica, mas só tenho vontade de foder quando o Sporting ganha ao meu clube! – Declarou ele no seu semblante sério..
-“What the fuck?” “a minha mãe era amante do Vitor batista…”
-“Do maluco que perdeu o brinco num jogo Benfica- Sporting, na década de 70?” – Indaguei incrédula.
-“Sim, esse brinco foi ela que lho ofereceu. Era um brinco de diamantes, herdado da família. A minha mãe ameaçou-o que o capava se ele o perdesse…”
-“Ah, por isso, o gajo parou o jogo e pôs toda a gente à procura do brinco… mas o que isto tem a ver com a tua vontade de foder? – Insisti no assunto primordial.
-“É que o Vitor Batista só aparecia la em casa para foder a minha mãe quando o Sporting ganhava aos lampioes…”
– Murmurava o Mota. Meio tristonho.
– “E tu assistias?”
-“Sim, ficava a espreitar pela fresta da porta. O cabrao, obrigava a minha mãe a vestir o equipamento do Sporting, depois fodia-a no cu e espancava-a no fim. Era uma especie de vnganca” – Declarou ele em modo de desabafo com os olhos no chão.
-“foda-se e ainda recebia brincos de diamantes?”
-“A minha mãe era louca por ele…”

Ficou combinado o Mota aparecer em minha casa no Sábado 21 Novembro, dia do Sporting/ Benfica para a taça de Portugal. Eu sou do Benfica, e para mim, a vitória do Sporting tinha um sabor agridoce. O importante era foder com ele, pelas fotos que vira em privado, ele tinha um mangalho poderoso, e era super experiente, o que era uma mais valia para mim.
Eu estava todo produzida e linda como ele me pedira. Saltos altos vermelhos, meias pretas de ligas, vestido justo, grená e maquilhada.

– “vai-me buscar cerveja” – Rosnou ele colocando os pés em cima da mesa em frente à TV.
O jogo começou e começou bem, pois aos seis minutos o Mitroglou ja marcava para o Benfica. Os jogadores do Sporting estavam lentos, pareciam de ressaca.
-“tras-me outra cerveja” – ordenou o Mota, que nao tirava os olhos da TV.
-“Goloooooooooooooooooooooooo” gritou ele
“merda era do Sporting”, pensei. Adrien Silva marcara para o Sporting.
Comecei a beber também antes do apito para o intervalo. Achava que não ia ter foda, pois o Mota ainda não tinha parado de beber, e o Sporting ganhava.
– “anda por-me a mijar”, ordenou ele, guiando-me para a casa de banho Fez-me ajoelhar frente à sanita e fez sinal para lhe desapertar as calças. Foi quando se revelou o grande e famoso caralho do Mota, mesmo nas minhas mãos. Apontei-o para a sanita e ele começou a verter umas pinguinhas.
– “lambe e bebe”- Ordenou ele secamente.
– “sim senhor Mota”- redargui, lambendo e sorvendo a sua chuva dourada.
-“és uma porca” disse ele, sacudindo a pixa num gesto bem sexy e sensual que me encheu de tesão.
– “não me deixa mamar?” Indaguei submissa.
– “Não. Traz mais cerveja” – Ordenou ele, regressando à sala. Embora empatado, o jogo recomeçara mais enérgico. Aquela excitação não tinha uma definição clara na minha cabeça. Foda-se, uma equipa de futebol tinha de ganhar para eu te direito a caralho! “traz-me outra cerveja”, Roncou ele.
Os noventa minutos tinham-se esgotado e o jogo ia para prolongamento
-“Traz mais cerveja”- ordenou.
Ainda a caminho da cozinha, escutei “GOLLLLLLLLLLLLO”. Islam Slimani marcara pelos lagartos. Agora já vislumbrava aquele pau na minha boquinha. Hummmmmmmmmm.
Entre cervejas, caneladas e erros de arbitragem, o Sporting lá ganhou por duas bolas a uma. O Mota só grasnava contra o arbitro.
– “filho da puta, ceguinho de merda…”
Entretanto o seu telemóvel tocara e ele atendeu.
– “estou, eu sei que te devo 100 euros, pá”- reclamou ele, nitidamente zangado por ter perdido uma aposta qualquer. Ajoelhei-me a seus pés, roubei o seu mangalho das calças e comecei a mamar o meu prémio. “Hummm, o caralho dele engrossava à medida que o estimulava com beijos, lambidelas e longas sucções. Descia até aos colhoes e chupava cada centímetro da sua haste.
– “nós jogámos contra catorze, pá! – protestava ele ao telefone, ao mesmo tempo que retirava uma embalagem de gel anal do bolso. Continuei na mamada para o deixar bem rijo, e ele fez-me sinal para lhe virar o c e por-me de “quatro”.
“O Jorge Sousa nao recebe Vouchers?”Vai –te foder pá” – Mota prosseguia com as blasfémias costumeiras de lagartos aziados, ao mesmo tempo que me lambuzava o olho do cu com o gel. Voltada com o cuzinho para ele, esperava ansiosa que ele me preparasse bem, para me penetrar.
– “fomos enrabados… mas foi pelo gajos de amarelo, pá”
O pau do Mota já tinha entrado pela metade, e eu já revirava os olhos. À medida que discutia ao telemóvel, ia-me comendo de um modo desprezível. Quando o outro o provocava, ele batia-me e fodia-me com mais força. Ele cada vez metia mais fundo e com mais força. Percebi que ele desligara abruptamente o telefone, e focara a sua atenção em mim.
– “minha puta, de merda, chama-me o”maior!”
– “maior?'” – Indaguei confusa.
– “sim, era o que a minha mae chamava ao Vitor quando ele a encavava, puta!”
“ès o maior!” ès o maior!” ès o maior!” – Gritei enquanto ele me sodomizava e me esporrava o anel todo!

FIM

Bunlar da hoşunuza gidebilir...

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