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Guardando porra do meu sogrão…

Guardando porra do meu sogrão…
Meu namorado me chamou pra ir na casa dele. Era só ficar sozinho que ele queria que eu fosse lá trepar. Quase todo dia era assim. Como ele foi meu primeiro, eu fiquei toda apaixonada e deixava e foder minha xota de todo jeito. Nesse dia ele me levou pro quarto dele e deitei de bruços. O safado já veio enfiando a piroca na minha boceta e logo começou a socar, eu achava que sexo era só isso, só abrir as pernas e levar vara. Acho que ele também não tinha experiência e só metia,nunca tinha feito nada diferente. Meu namoradinho socava forte e sem parar. Puxava meu cabelo e guardava a piroca toda dentro de mim, passei a gemer mais alto e quando estava ficando bem gostoso ele não aguentou, gozou rapidinho dentro do meu buraquinho e caiu deitado do meu lado, respirando rápido. Minha xota ainda tava pegando fogo, queria levar mais pirocada – Você é muito gostosa – Ele levantou a calça e guardou a rola, então tive certeza que não ia ter mais nada – Vou tomar banho – Levantei com vontade de fuder mais – E eu vou dormir um pouquinho – Virou de bruços e peguei uma toalha. Abri a porta pra sair do quarto e levei um susto, o pai dele estava parado perto da porta – Tio Carlos… Você estava aí? – Falei assustada – Vocês acharam que estavam sozinhos? – Perguntou olhando meu corpinho – O Lucas falou que não tinha ninguém… Desculpa – Respondi – Eu esqueci minha carteira e quando voltei, ouvi você gemendo, mas vamos conversar melhor aqui – Segurou meu braço e me empurrou pro banheiro – O que você tá fazendo? – Perguntei tentando me soltar – O Lucas não sabe te fuder – Levantou minha blusinha – Para – O empurrei – Cala a boca – Ele falou sério e arrancou minha blusa – Ele foi o primeiro? – Perguntou e chupou meu pescoço. Não queria gostar disso, mas fiquei toda arrepiada – Foi – Sussurrei – Agora você vai aprender o que é dar pra um macho de verdade. Abocanhou meu peitinho e começou a mamar. As mãos dele eram imensas. Ele apertou minha bunda com as duas sem deixar de sugar minha tetinha. Eu gemia baixinho – Para, me solta – Pedia tentando me soltar, mas minha xota já tava meladinha de novo. O velho abriu a calça e a piroca dele ficou de fora. Caralho, que rola grande, era bem maior que a de Lucas. Ele segurou minha mão e colocou na pica dele – Bate punheta pro seu sogro, hoje você vai aprender a fuder igual uma puta – Meus peitinhos já tavam marcados, ele puxava os biquinhos com os dentes e isso me deixava louca. Comecei a punhetar o velho bem rápido. A cabeça da vara dele babava na minha mão – Cadelinha gostosa – Ele gemia e metia a mão na minha bucetinha por trás – Tá cheia de porra – Falava cutucando minha buceta lá no fundo – Ahhh – Eu gemia muito e ele estava tão tarado que pensei que ia gozar na minha mão. Mas ele me puxou pelos cabelos – Ajoelha – Mandou – Não… O Lucas tá aqui do lado – Falei desesperada – Eu tô mandando, abaixa e me chupa – Me puxou mais forte e ajoelhei. Ele segurou meus cabelos e socou aquela piroca gostosa na minha boca. Eu chupava igual tinha aprendido mas ele fodia meus lábios como se fosse uma bucetinha. E mesmo quando eu engasgava ele continuava metendo. Ele deu uma escova de cabelo na minha mão e não entendi o que era pra fazer – Enfia o cabo dela na sua buceta – Puxou meu cabelo pra trás – Soca na sua xaninha e não para de me chupar. – Mandou. Olhei pro cabo da escova e fiquei pensando se eu deveria fazrr isso, nunca tinha entrado nada além da pica do meu namorado dentro de mim, mas meu sogro não esperou eu pensar. Meteu um tapa na minha cara – Agora vagabunda – Ao invés de ficar brava, isso só me excitou mais. Apanhei outra vez e resolvi obedecer. Encaixei o cabo na minha entradinha e soquei dentro de mim. Deslizou fundo de tão molhada que eu tava e ele calou meu gemido socando a vara na minha garganta de novo. Eu estava tão excitada que minha buceta até ardeu de tanto que meti forte a escova nela. Não parei de mamar aquela rola grossa nem por um segundo. Chupava as bolas gemendo e depois devorava sua piroca cheia de leite. Meu sogro ficava louco vendo isso. Puxava meus cabelos, meus peitos e gozou na minha cara. Fiquei molinha, minhas pernas tremiam, a escova até caiu da minha mão e derramou tanto melzinho da minha buceta que entendi que tinha gozado. Ele me levantou e me pegou no colo – Sabia que você era uma putinha – Me sentou na pia e arreganhou minhas pernas – Tá com a buceta inchadinha de tesão, cadela – Meteu a lingua na minha xotinha e começou a chupar ela todinha. Ele sugava meu grelinho igual uma chupeta, depois socava os dedos e o cabo da escova de novo. Meu buraquinho ainda era apertado, mas sabia que ele ia me arrombar. Ele mandou eu erguer mais as perninhas e fez uma coisa que seu filho nunca havia feito, socou a língua no meu cu. Fiquei louca com isso, praticamente gritava e ele não parava. Meu cuzinho era virgem mas tava piscando muito na boca dele – Meu filho nunca meteu aqui? – Perguntou passando um gelzinho no meu rabo – Não tio… Nunca – Falei choramingando – Mas esse cuzinho é gostoso demais – Abriu mais minha bundinha e começou a enfiar o dedo do meio. Ele tinha lubrifacado tanto que entrou facinho. Ele lambia minha xaninha e cutucava meu cuzinho ao mesmo tempo. Eu já tava vendo estrelas, então ele aproveitou e meteu outro dedo – Ainn tio, ainn – Rebolei na mão dele – Você quer dar o cuzinho? – Pediu esfregando meu grelinho – Seu pau não vai caber no meu cuzinho – Falei molinha – O tio vai lacear seu rabinho – Eu tava ali louquinha na mão do velho, ele chupou tanto minha rachinha que gozei de novo e quando me dei conta ele tava empurrando o caralho pra dentro do meu cu – Arreganha essas pernas – Mandou e obedeci. Estava na posição frango assado, sentindo aquela tora estourar minhas pregas. No começo era gostoso mas quando ele começou a forçar pra entrar mais começou a doer – Chega, tá doendo – Arranhei seus braços – Calma putinha, o tio vai te distrair – Deixou a rola socada dentro de mim e começou a mexer na minha buceta com a mão. Sua boca também foi pros meus peitinhos e quando viu que eu estava louca de novo ele passou a socar e agora não parou mesmo quando chorei. Socou forte, fundo, sem dó. Arrebentou minhas pregas pra conseguir guardar aquele cacete no meu buraquinho apertado. Chorei na rola do velho mas depois de tanta socada comecei a gostar de dar o cuzinho. Ele me virou de quatro e me fudeu ainda mais. As bolas dele batiam muito na minha xaninha e quase desmaiei de tanto dar o rabo. Ele gozou muito dentro do meu anezinho e quando tirou a pica, senti ele muito ardido – Que bundinha gostosa de fuder -Bateu na minha coxa. Meu cuzinho tava todo dolorido, mas não vou negar que adorei tomar vara nele. Meu sogro me puxou e fiquei em pé. Ele me segurou pelo cabelo e meteu a língua na boca. Ele me beijava gostoso, dessa vez era minha xaninha que latejava querendo fuder. Meu corpo se arrepiava todinho quando ele me chamava de puta ou de ninfeta safada. Ele me virou de costas e apoiei a barriguinha na pia – Empina a bunda – Mandou e logo arqueei o quadril. Ele esfregou muito a rola na minha rachinha e logo foi empurrando a piroca dela. Segurou minha cintura e foi me comendo gostoso. O filho dele nunca tinha metido assim. Ele mexia no meu grelinho – Você sabe satisfazer um macho, sua cadelinha – Mordeu minha orelha – Mexe essa bucetinha pra mim, você tá gostando de trepar de verdade? – Puxou meu cabelo – To, sua rola é gostosa. Não para – Falei gemendo e o tarado ficou louco. Meteu cada vez mais rápido, depois me virou de frente e me fudeu com as perninhas em volta do seu corpo. Não sei quanto tempo fiquei ali servindo aquele tarado, mas ele comeu minha xota em toda posição que conseguiu. Minha virilha estava doendo de ficar arreganhada tanto tempo. Gozei muito na pica do velho tarado e fiquei com a buceta toda assada de tanto levar vara. Depois de me deixar cheia de leite, ele mandou eu voltar pro quarto e deitar com meu namorado. Depois disso eu fiquei completamente apaixonada pelo meu sogro e virei sua puta. Outra eu conto se meu namorado descobriu…

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