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A Semana….eu e ela Quarta-feira

A Semana….eu e ela Quarta-feira
Este será o 3º de 5 capitulos.

Proponho lerem o 1º e o 2º ( A Semana….eu e ela Segunda-feira e A Semana….eu e ela Terça-feira ) afim de terem um enquadramento e tornar as coisas bem mais interessantes.

Já era noite e fui-me deitar com a Liliana. Durante a tarde, tinha aproveitado a Rute ter ido tomar banho com o Oliveira, que ficava lá a dormir, para simular a minha chegada a casa. Nessa noite com tanta ansiedade quase não consegui adormecer, o que vale é que no dia seguinte estava de folga.

Quarta-feira

Acordei com a Liliana a aprontar-se para o trabalho, acompanhei-a até à cozinha para tomar o pequeno-almoço. Na sala, encontrava-se Oliveira a dormir. Rute já estava na cozinha a preparar a refeição matinal, questionei-a se Oliveira não ia trabalhar, ao qual me responde que após se vestir tinha ligado para o trabalho a dizer que não tinha dormido e que estava cansado ( eu que bem o percebia). Estávamos os três a acabar a refeição quando, senti o faltar das forças e apaguei, ali na mesa.
Acordei atordoado, não sabia que horas eram nem o que tinha acontecido. Não via nada, tinha algo a tapar-me a vista, estava com as mãos presas na cama e estava completamente nu.
Foram elas!
Senti a porta a abrir e ouvi passos.
Alguém sobe para cima da cama. Começou a tocar-me no pénis flácido, beijou-o e de seguida as minhas bolas também tiveram atenção. Era uma delas, senti o cabelo a cair sobre as minhas pernas enquanto brincava comigo. Questionei quem era e não obtive resposta. O meu mastro começa a ficar ereto, podia ser Rute ou Liliana que estaria ali a mamar-me todo e eu não fazia a mínima ideia! Era uma sensação muito diferente, estava preso e não via nada, ouvia apenas os barulhos sexuais. Estava completamente à disposição dela.
Cospe novamente o meu pénis, e começa-o a masturbar e a chupar com mais dedicação alternado a intensidade, só ouvia os barulhos daquela mamada fenomenal (parecia que estava a desfrutar de um Calipo em pleno Agosto escaldante).
Oiço novamente a porta, passos mais pesados e meio descoordenados, só podia ser o Oliveira e pelo jeito talvez estaria vendado. Sinto as mãos dele apalparem a calma, Ela deixa o meu mastro por uns momentos, e confirmou-se a dúvida.
Estávamos ambos vendados, pois ela devia de estar a guia-lo,sem saber qual delas estava ali!
Oiço, uma cuspidela mas não era para mim, pois ela estava agora com o meu pau enterrado na boca dela. Oliveira começou a chupa-la, sentia-o através das paragens dela.
A malandra gemia de boca fechada para disfarçar e não descobrirmos que era.
Lá em baixo, Oliveira gemia: “ ah sim que cu delicioso e esta coninha, que saborosa!”. Estava a estimular e a comer o cuzinho dela, quanto à Rute não sei, mas a Liliana ainda era virgem nele, ainda só tinha tido dedos dentro dela. Ela parou. Libertou-me um braço e rodou sobre mim, deixando a cona e o cu sobre o meu rosto, sentia o odor e a humidade, estava toda molhadinha. Oliveira sobe para cima da cama e de imediato começa a gemer. Estava a ser mamado.
Atirei-me, literalmente de cabeça. Mordisquei-lhe os lábios da coninha, de seguida uma lambidela por ela toda, umas brincadeiras com o clitóris e umas chupadelas, estava dilatada a minha língua perdia-se dentro dela. Depois o cuzinho, estava ligeiramente relaxado e todo molhadinho, pus um dedo que rapidamente foi sugado e depois um segundo e comecei a brincar com ele.
Tinha de ser gentil apesar do momento, se fosse Liliana não podia entrar à bruta, além disso tinha de ser naquele dia que enterraria o meu caralho naquele cuzinho. Se fosse Rute também o teria de o ser pois, para além de não saber se fazia anal com Oliveira, eu queria merecer enterrar-me naquele buraquinho.

No outro lado, senti os movimentos a acelerar. Ela começou a movimentar anca com movimentos circulares e lineares, estico os lábios envolvendo o clitóris sugando-o levezinho. Ela acelera mais, esfregando-se nos meus lábios.
“ah sim, não acredito, isso oh…” Oliveira estava prestes a vir-se.
Oiço o Oliveira a gritar um grito de prazer, ela a gemer (ainda com o caralho dele na boca) e eu, com a cara toda molhada devido ao squirt delicioso dela.

“Vá, quem és?” Perguntei novamente, mas em vão. Estava a jogar com o meu psicológico e estava a deixar-me mais louco.
Sinto o corpo do Oliveira a deitar-se ao meu lado na cama. Ela, solta-me o outro braço mas prende-o ao outro com as mãos dela (até parece que me tinha lido os pensamentos, estava prestes a procurar-lhe os seios, assim iria descobrir quem era, pois os da Liliana era grandinhos e enchiam-me a mão ao contrário dos da Rute), direcionou-me para o fundo da cama e pus-me de joelhos. Puxou-me, estava à minha frente de gatas, pois senti o quadril dela. Era a minha vez. Peguei no caralho, por toque, entrei na coninha dela, estava tão dilatada e molhada! Ela parou-me! Pegou-me numa mão, e com o meu indicador pousou no cuzinho dela. Fiquei frenético ao perceber que estava a oferecer cuzinho… (Fiquei com a sensação que ia reclamar o trofeu de uma grande prova) …Pus a cabeça, ela gemeu. Mais um bocadinho, e outro e começou a fluir o ritmo. Tão apertadinho e quentinho, agarrei-lhe nas ancas, estava a descontrolar-me. Ela gemia louca, mas devia de estar com a boca tapada, talvez com os lençóis. Era uma sensação tremenda estar a fazer anal com uma mulher que nem sabia quem era. Seria o cuzinho da minha Liliana ou o da Rute? Conseguia imaginar ambas ali. Sentia-a a brincar com a coninha, pois de vez em quando as minhas bolas iam de encontro às unhas dela. Não foi preciso muito para me vir, mas os espasmos do meu orgasmo fizeram-me cair sobre ela enquanto a apertava com toda a força as nádegas. Deitou-me outra vez amarrando-me.
Fez-se um silêncio.

Ao meu lado, Oliveira, começa a gemer. Oiço uma cuspidela, seguida do barulho de chupar. Ele começa a pedir mais. Oiço ela a mexer-se e a cama começa a estremecer. Estava a monta-lo. Rute ou Liliana estava logo ali ao meu lado, a montar outro caralho. Os movimentos tornaram-se mais intensos, estavam os dois a gemer e pareciam dar tudo por tudo, a cama estremecia por todos os lados. Fiquei com um tesão enorme, desta vez tinha que me juntar! Pelos gemidos, Oliveira devia-se estar quase a vir quando pararam repentinamente. Senti-o a levantar-se e rodar pela cama. De repente, sinto-a a sentar-se por cima de mim enterrando o meu caralho nela, soltou um gemido e cravou as unhas em mim. Sinto Oliveira aproximar-se e para surpresa (de ambos diria eu ), sinto o caralho dele a entrar dentro dela! Uma dupla penetração. Eu na coninha dela, o Oliveira no cuzinho… (Entre a sensação de adrenalina de ver Rute com Liliana e aquela, não sei qual a mais poderosa)… Ficamos os dois possuídos. Começamos a dar estocadas freneticamente e descoordenados, completamente loucos. Os caralhos entravam e saiam, ela crava a unhas em mim e gemia a cada estucada, tinha algo na boca pois o som dos gemidos era abafado. Libertou-me os braços que foram imediato ao encontro do pescoço dela, não preocupei em saber quem era naquele momento como é óbvio! Agarrou-se aos meus braços, a cama parecia que ia cair. E foi então… Um momento sincronizado que nem se fosse de propósito não conseguir-se-ia fazer. Viemo-nos todos ao mesmo tempo, empurrei o meu caralho todo para dentro dela e Oliveira também. Ela caiu-o sobre mim senti o coração de ambos a mil à hora, estávamos encharcados. Oliveira caiu para o lado. Estava tão exausto com aquele momento que adormeci.

Acordei. Oliveira estava sentado na ponta da cama ainda nu. Não sabíamos que horas eram nem quanto tempo tinha passado. Ainda nus fomos à sala, ao passar pelo hall da entrada vi que era meia-noite….

Assim termina o terceiro conto. O Próximo será Quinta-Feira.
Espero que tenham adorado, e vos tenha excitado.

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