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Bem amada, bem fodida

Bem amada, bem fodida
É Agosto e está um calor terrível, nesta altura os corpos andam suados e a sensualidade vive à flor da pele, Silvana é uma mulher quarentona e bem roliça, podia-se dizer que era deliciosamente cheiinha e com carnes para agarrar, tinha já um pouco de barriga e uns seios fartos, mas compensava tudo com uma sensualidade e uma fome imensa, só se saciava com uma noite de sexo selvagem, Denilson era o seu homem, conhecia os seus desejos melhores do que ninguém, só temia uma coisa, que um dia lhe faltasse o tesão, o que seria da sua pobre Silvana.

Nessa noite estavam a viajar, percorriam a auto-estrada de Lisboa para o Porto, já passava da meia noite e decidiram fazer uma paragem a meio do caminho, num dos locais de descanso. Quando pararam o local estava escuro, mas sentiram-se seguros, estavam estacionados 3 camiões TIR, por isso não estavam sós.

Denilson, vinha a conduzir e assim que parou decidiu fechar um pouco os olhos, Silvana olhou para ele com ternura e ficou a pensar na cena a que tinha assistido hoje em sua casa, não lhe tinha contado nada, mas a cena não lhe saia da cabeça e deixava-a cada vez com uma sensação mais estranha, discretamente, colocou a mão direita dentro das suas calças de licra e fechou os olhos e recriar o que tinha visto, os seus dedinhos só percorriam a parte exterior da sua cuequinha, gostava de sentir o seu calor a e sua humidade a aumentar.

Naquela tarde, tinha ido a casa logo a seguir ao almoço, normalmente nunca chegava a casa antes das 19h00 e nunca se cruzava com a Raquel, que era a sua empregada, uma transmontana de cerca de 30 anos de perna grossa e cu gigante, Raquel trabalhava lá em casa à cerca de 3 anos e sempre tivera um excelente desempenho. Naquela tarde, quando Silvana chegou a casa, estavam todas as janelas fechadas e esta pensou que a Raquel ainda não tinha chegado. No corredor, ouviu vozes na sala, lentamente aproximou-se e reconheceu a voz dela, a porta estava entreaberta e antes de entrar, Silvana espreitou e não queria acreditar no que estava a ver, Raquel estava nua, deitada no sofá, de pernas bem abertas, estava a falar ao telemóvel e a masturbar-se ao mesmo tempo, Silvana resistiu ao impulso de interromper de imediato a cena e despedi-la de imediato, ficou silenciosamente a ver a e tentar ouvir o que dizia:

– Queres saber o que estou a fazer agora? Tenho dois dedos enfiados na cona, isso meu grande cabrão, diz-me que estás a gozar só de me imaginar com os dedos na cona…. estás a ouvir o chap..chap… são os dedos a entrar e a sair, sabes como ela fica quando a lambes???? Por é estou ainda mais molhada – nisto tirou os dedos e ficou a olhar para a nhanha que estava colada neles, (estava mesmo em brasa, à mais de 3 meses que o seu marido estava ausente e só se falavam por telemóvel, estavam em plena cena de sexo phone, não resistiu e levou os dedos à boca) – é doce a minha xaninha, mas sinceramente prefiro a tua esporra, não à nada como leitinho de macho….

Raquel voltou a enfiar os dois dedos na cona:

– Queres mesmo que tente? Acho que não sou capaz disso, mas vou tentar, vou precisar das duas mãos por isso vou colocar o telemóvel em alta voz, estás a ouvir-me filho, sim?

– Faz isso para mim minha puta, quero ouvir-te a gemer bem alto

Nisto ela enfiou mais um dedo:

-Já tenho três dedos bem enfiados na cona, vai mais um, foda-se estou a ficar toda aberta (levou a outra mão à boca e salivou os dedos, com quatro dedos na cona, a outra mão começou a humedecer o seu cuzinho e nisto dois dedos entraram facilmente), ai cabrão como é bom, dois dedos no cu, e quatro na cona, enquanto tu bates uma grande punheta para mim…
Podes crer miúda, tenho o caralho tão duro que até doi…não pares (enquanto ele falava, os dedos iam entrando e saindo, Silvana nem queria acreditar no que via, ela tinha enfiado a mão inteira na cona, era um fisting delicioso e quatro dedos no cu), vais-me rebentar toda, sabes que estou a ficar cheia???? Queres que me venha para ti??

Silvana, sem se aperceber, tinha colocado a mão dentro das calças de licra e estava a masturbar-se também, a sua cona pingava, nunca se tinha excitado com uma mulher, nem nunca tinha sequer pensava que tal fosse possível, mas naquele momento só lhe apetecia lamber os lábios carnudos da cona da Raquel, esta mantinha a mão toda enfiada e arfava e gemia alto, Silvana deixou de conseguir raciocinar e fez algo que nunca imaginou ser possível, aproximou-se silenciosamente, com o barulho do telemóvel, Raquel não se apercebeu e de repente esta deu um grito alto:

– Que se passa filha, nunca gritas-te assim, vieste-te mesmo a sério….

Mas não, o grito era de surpresa e de pânico, quando abriu os olhos tinha a boca da sua patroa a lambê-la, esta fez-lhe sinal com o dedo de silêncio, subiu e deu-lhe um leve beijo nos lábios, sussurrou-lhe ao ouvido:

– Continua, ele não vai saber, este vai ser um segredo só nosso, não pares….

– Ainda não me vim, mas acho que vou ter a melhor foda da minha vida.

– É da minha voz sensual.

Raquel tirou a mão da cona, estava a pingar nhanha e Silvana levou-a à boca, os olhos das duas cruzaram-se e aconteceu algo que esta não estava à espera:

– Querido, vi agora que estou mesmo sem bateria e isto vai caiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiir, ………………………….

E desligou o telemóvel, os olhos cruzaram-se de novo e as duas bocas colaram-se num beijo sôfrego, os corpos colaram-se, Silvana despiu-se apressadamente e ficaram as duas a trocar carícias, mas o desejo falou mais alto e sem dizerem uma palavra ambas começaram a posicionar-se para um delicioso 69, como estavam excitas aquelas mulheres, cada boca colou-se ao sexo sedento da outra e lamberam-se até terem um orgasmo intenso, antes Silvana não resistiu e foi enfiando dedos no cu da Raquel, enfiou quatro dedos e sentiu as entranhas húmidas desta, o grito que ambas deram no momento do orgasmo, parecia uma sinfonia de prazer, ficaram abraças uns minutos e Silvana, sussurrou à sua empregada:

– Eu nunca vim a casa hoje, estou numa reunião importante no escritório, não te esqueças de carregar o telemóvel.

Com isto pegou na sua roupa e saiu, sem mais uma palavra. Não se pode dizer que o resto da tarde tenha decorrido normalmente, porque até às 20.00 quando se encontrou com o seu marido jantar antes de começarem a viagem para o Porto, não ouviu nada do que se passou à sua volta, o sabor da xana da Raquel estava entranhado na sua boca.

E agora ali estava parada a tocar-se, enquanto o seu marido dormitava, mas estava enganada, ele já tinha aberto os olhos e visto que esta se estava a tocar, silenciosamente baixou as calças de fato de treino e massajava já o marsápio, que estava bem teso, Silvana olhou-o com um sorriso atrevido e com uma mão na sua xaninha, levou a outra ao membro do seu homem, queria sentir a sua pele macia. Este colocou a mão sobre a sua cabeça e levou-a até à sua cabecinha, queria que ela lhe fizesse uma deliciosa mamada mesmo ali. Ela não se fez rogada, estava em brasa, desde a cena da tarde, não se tinha acalmado, antes pelo contrário.
Então ele teve uma ideia bem louca, despiu-lhe a blusa ela não tinha soutien, ela chupava-o sofregamente, nisto ele acendeu a luz do interior do carro, ela assustou-se:

– Que dispara-te olha que nos vão ver!

– E então? Pobres coitados, devem estar à imenso tempo na estrada e necessitam de ver algo para animar…..

Ela olhou-o e aceitou o desafio:

– Ai sim então vai ser mesmo a sério – despiu as calças e ficou nua, colocou-se com o cu encostado ao vidro da janela, enquanto o mamava, que delicia, ela nunca o tinha chupado assim, estava mesmo excitada.

Estiveram imenso tempo nisto, ela a chupá-lo, ele a brincar com os mamilos dela. Quando olharam para a janela, tinham três tipos à volta do carro, a apreciar a cena, eles deviam estar a habituados a estas cenas, todos estavam com os membros de fora, bem duros e masturbavam-se a ver a cena. Denilson abriu um pouco a janela e disse em tom de provocação:

– Se isto fosse deserto, podíamos brincar todos.

Sem dizer uma palavra, um deles dirigiu-se a um dos camiões, fez um pouco de marcha atrás e tapou a entrada do desvio, quando saiu da cabine, trazia um colchão que colocou à frente do nosso carro.

Denilson olhou para a mulher com ar interrogador e esta exclamou:

– Foste tu que quiseste agora não te venhas queixar.

Ao dizer isto, Silvana abriu a porta e foi colocar-se no colchão de joelhos, os três camionistas aproximaram-se dela e de repente ficou com três caralhos a tocarem-lhe na cara, Denilson ficou sentado no carro a brincar com o seu sexo duro e a admirar a cena.
Silvana não se fez rogada e começou a chupar cada um dos sexos duros dos machos que estavam à sua volta, era delicioso sentir aquele sabor agridoce na sua boca, eles estavam mesmo com tesão, de certeza que estavam na estrada à muito tempo, ninguém falava por isso nem sabia a sua nacionalidade, apenas que tinham os caralhos bem duros para ela. Chupava-os sofregamente e alternadamente, a baba escorria-lhe da boca, decidiu passar todos os limites e colocou duas pichas duras na boca, que loucura.
O terceiro, aproximou-se dela por trás e começou a brincar com o grelinho dela, só lhe apetecia gritar, colocou-se de quatro, para poder chupar os dois machos enquanto o terceiro a podia começar a foder, estava tão excitada e com a coninha tão molhada, que o caralho teso do macho entrou sem dificuldade e apenas numa única estocada, foda-se como estava cheia….

Sem dizerem uma palavra, começaram a fazer um carrocel que a estava a deixar cada vez mais louca, depois de darem umas valentes estocadas, trocavam, a que a fodia passava a colocar-se junto da sua boca e um dos que estava a mamar ocupava o lugar do amigo. Nisto um deles afastou-se e ficou só um a foder-lhe a cona e o outro segurou-lhe a cabeça e começou-lhe literalmente a foder-lhe a boca, sentia-se uma autêntica “vaca” no espeto. Ambos a fodiam ritmadamente, ela sentia as pernas a tremer, já se tinha vindo duas ou três vezes, temia desmaiar de tanto prazer, mas mantinha-se em fogo.

Os dois machos não aguentaram muito e vieram-se abundantemente, um na sua cona e outro na boca, Silvana c:hupava sofregamente e engolia todo o leitinho. Denilson saiu do carro o virou-se para o terceiro tipo:

– Agora é a nossa vez.

Deitou-se no colchão e pediu à mulher que se sentasse nele, com a sua coninha bem melada, ela não se fez rogada, aquela cona toda esporrada deslizou de imediato, o outro aproximou-se dela por trás, Denisson, com uma mão unou-lhe o cu com a nhanha do macho que se tinha vindo dentro dela e sem mais demoras o homem enfiou-lhe um caralho bem duro no cu, que delicia, um bom caralho na cona e outro bem enfiado no cu. Denilson estava num estado de excitação máxima ao ver a cara de prazer da sua fêmea.
Ela não parava de gritar:

– Ai que me estão a rebentar toda, mas por favor não parem, aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que sensação, acabei de ter o melhor orgasmo da minha vida, por favor parem agora, estou toda a tremer.

Eles fizeram-lhe a vontade, ela deitou-se de barriga para o ar, eles dirigiram-se para perto da sua cara e punhetearam-se até se virem abundantemente na cara dela, nos eus lábios, dentro da sua boca.

Aquela noite ficou para sempre na memória do casal, que nunca mis teve coragem de repetir esta cena “marada”.

Fico a aguardar os vossos comentários (em particular, Senhoras o que acharam do sonho da Silvana).

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