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Meus peitões seduziram papai!

Meus peitões seduziram papai!
Olá! Vou escrever sobre o que me aconteceu quando cheguei aos 18 anos. Desde pequena eu percebia que meus seios eram bem maiores do que deveriam ser! Aos 16 anos eu já usava sutiã dois números a mais do que minha mãe. Fui ficando cada vez com mais vergonha e passei a usar somente blusas largas pra disfarçar. Apesar de até amigas mais íntimas falarem que tinham inveja dos meus seios fartos, não conseguia namorar e poder ter com algum garoto aqueles amassos que minhas amigas recebiam, nos muitos bailinhos que frequentávamos.

Em casa era o único lugar que eu conseguia ficar sem sutiã e de camiseta, mas se meu pai chegasse, eu procurava de todas as maneiras evitar que ele percebesse que eu estava sem sutiã e ia correndo pro meu quarto providenciar um. Eu adorava meu pai e acabava ficando com raiva de mim mesma por ser tão envergonhada até na frente dele. Certa vez resolvi que, pelo menos com meu pai, eu ia ter que perder aquela minha vergonha! Passei a ficar constantemente dentro de casa sem sutiã, porém, ainda com camisetas bem largas e soltas. Meu pai através da minha mãe sabia da minha frustração em relação aos meus peitos, mas nunca falou uma palavra relacionada a isso comigo.

Certo dia, eu estava no sofá da sala e ele sentou do meu lado. Eu estava com uma camiseta um pouco menor e apertada que meus peitos ficaram fazendo um enorme volume. Instintivamente peguei uma almofada e cobri toda minha frente. Ele conversou normalmente comigo e quando levantei, ele me puxou pra cima da sua coxa. Não larguei a almofada e ele lentamente foi puxando ela de mim e falou: “Porque você sempre esconde seus peitos de mim?”. E eu respondi: “Ah, pai! O Senhor sabe que eu tenho muita vergonha!”. Então ele segurou a minha camiseta e fez um movimento fazendo meus peitos balançarem e falou rindo muito: “Se você continuar a ter vergonha do seu pai, vou acabar te deixando pelada! Aí, eu quero ver até onde vai sua vergonha!”. Senti meu rosto pegando fogo e ele continuou fazendo meus peitos balançarem, até que parou e passou a apalpar delicadamente: “Acho seus peitos maravilhosos, filha. Não entendo essa sua vergonha. Muitas mulheres vivem colocando silicone pra ter peitos grandes e você quer os seus pequenos!”. E depois de mais alguns exames e toques: “Ainda mais eles estando firmes do jeito que estão!”.

Estava adorando aquela enorme mão me bolinando e resolvi falar abertamente com meu pai, quem sabe assim ficaria menos encanada com aquela situação toda. Falei de como eu fazia exercícios específicos para os seios, utilizando pesos e de que também utilizava de um creme pra firmar os bustos com massagens. Pelo menos com meu pai passei a não ter um pingo de vergonha e ainda sentia prazer em saber que ele olhava pros meus peitões.

Uma noite vesti um pijama de shortinho e blusinha bem decotada de alcinhas, que antes nem sonhava colocar, e nem me importei de ficar na sala com meus pais assistindo televisão. Minha mãe foi dormir e eu também me despedi do meu pai e fui pro meu quarto. Acho que meu pai sabendo que eu gostava de ficar na internet, foi até meu quarto: “Oi, filha! Ainda acordada?”. Ele ficou atrás da cadeira e colocou suas mãos nos meus ombros. “Estou vendo meus e-mails e já vou dormir!”, eu falei. Suas mãos começaram a fazer uma gostosa massagem enquanto eu ficava teclando e respondendo alguns e-mails. Suas mãos começaram a fazer movimentos abaixo dos meus ombros até chegar ao decote da blusa. Subiu e desceu várias vezes até entrar por baixo do tecido e segurar meus dois peitos ao mesmo tempo. Meu corpo passou a vibrar desde as unhas dos pés até os fios dos meus cabelos. Aquelas mãos em contato direto com minha pele e aqueles dedos brincando de girar os biquinhos dos meus peitos. Dobrei o pescoço pra poder olhar direto no rosto dele e sorri. Ele também sorriu e sem largar meus peitos reclinou o corpo e me deu um beijo na testa: “Vai dormir que já está tarde filha!”. E eu respondi: “Já estou indo sim, papai! Você é o melhor pai do mundo!”.

Quando ele saiu do meu quarto é que fui perceber que minha perereca estava latejando e a calcinha bastante molhada. Meu pai passou a fazer isso constantemente, claro que longe das vistas da minha mãe. Ele passou a me cumprimentar dando-me beijinhos na boca e de vez em quando me dava uns abraços até certo ponto meio audaciosos com direito a tapinhas na minha bundinha. Devia ser umas dez horas da noite quando minha mãe, depois de bocejar durante todo o tempo da novela foi pro seu quarto. Bem mais liberal com meu pai, sai do lugar em que estava, dei-lhe um beijo também de leve nos lábios e sentei recostando minha cabeça em seu peito. Como dessa vez eu estava com uma camisola longa e fechada, ele apalpou meus peitos por cima do tecido e me dando vários beijos rápidos na boca: “Você quer que eu vá lá ao seu quarto hoje pra te dar boa noite?”. Eu olhei para o seu short do pijama e o tecido estava estufado pra cima! Bateu-me uma curiosidade imensa sobre o que poderia estar fazendo todo aquele efeito no colo do meu pai. Pelo volume era difícil acreditar que fosse somente seu pinto. Fui levantando com meus pensamentos a mil por hora. “Vou ficar um pouco no computador. Quando você entrar, se quiser, pode trancar a porta, tá bom?”.

Praticamente eu estava dando a dica pro meu pai de que tínhamos que tomar cuidado pra que minha mãe não nos pegasse. No quarto, não querendo ficar com aquela camisola que impediria de que meu pai alcançasse meus peitos, tirei-a e escutando que ele estava desligando a televisão, resolvi sentar rapidamente no computador só de calcinha bem pequeninha e sutiã bem apertadinho. Eu mesma fiquei admirada com aquela minha atitude. Ouvi quando ele passou a chave na porta e logo chegou atrás da cadeira. Ele, vendo como eu estava, foi virando a cadeira e disse: “Adorei como você ficou me esperando!”. Ele ali, cara a cara, com meus peitões espremidos, me deixava cheia de tesão! Eu somente lhe lancei um sorriso antes dele soltar o sutiã cair de boca nos enormes melões. Meu pai chupando meu peito foi como ter descoberto uma nova brincadeira de dar prazer. Ele chupava, lambia e mordiscava os biquinhos: “Você é muito gostosa! Muito gostosa, filha!”. Fui ficando tão enlouquecida que levei meu pé procurando o que estava debaixo do short do meu pai. Fiquei tateando com o pé aquela coisa dura e ele parando de chupar meus peitos, disse: “Está curiosa?”. Dei mais umas passadas com meu pé e dando uma de bobinha, respondi: “Estou, pai! O que é isso?”. Ele levantando e puxando o short pra baixo: “Vou te mostrar, filha!”.

Quando vi aquela coisa enorme na minha frente, fiquei assustada e tirei uma estranha conclusão: como nasci mulher e não tive um pinto pra ficar tão grande quanto o do meu pai, foram meus peitos que cresceram! Ele era pauzudo e eu peituda. Tentei ficar imaginando que tamanho teria aquilo e instintivamente coloquei a mão. Cheguei à conclusão que devia ter uns 20 centímetros. Novamente meu pai fez algo gostoso… Ficou esfregando a cabeça enorme do seu pinto nos meus peitos por alguns minutos até voltar a agachar na frente da cadeira em que eu estava sentada e colocar as mãos na minha calcinha e ir puxando-a até sair pelos meus pés. Não senti um pingo de vergonha de ver que ele estava abrindo minhas pernas pra ficar olhando minha bucetinha. Passou um dedo na minha gruta e me mostrando como ela tinha ficado molhadinha, perguntou: “Isso indica que você está gostando, acertei?”. E eu respondi: “Estou adorando, papai! Tudo isso é muito gostoso!”.

Foi quando ele me puxou pra ficar de pé: “Deita lá na cama que vou lhe mostrar uma coisa que você vai gostar muito!”. Assim que deitei, ele veio enfiando a cara no meio das minhas pernas e começou a passar a língua na minha buceta. Minhas pernas estavam ali abertinhas e meu pai de cara enfiada na minha bucetinha, ele passava a língua toda babada e deixava minha bucetinha ainda mais molhada. Foi uma coisa tão louca que me senti flutuando: “Ah! Ah! Ui! Que delícia, pai! Mais! Mais!”. Eu que só conhecia o gozo tocando siririca e quase explodi de prazer tendo meu primeiro orgasmo com meu pai. Ele ainda com seu mastro enorme e duro, vestiu o short e se despediu de mim me dando um beijo na boca com mais intensidade.

Até hoje não sei como é que meu pai me fez ir passar alguns dias com ele em Cabo Frio, Praia do Forte, sem minha mãe, em um apartamento emprestado por um casal de amigos. Fiquei apavorada e ao mesmo tempo excitada só de imaginar-me sozinha com meu pai por uma semana. Tomei coragem e fui com minha mãe comprar biquínis e outras roupinhas para levar. Ela parecia contente e me comprou protetor solar, creme hidratante e ainda me ajudou a arrumar minhas malas: “Aproveita bastante, filha! Deixa esse seu complexo de lado e arrasa na praia com esse seu corpinho lindo. Aposto que você vai arrumar um monte de paquera!”. Chegamos a Cabo Frio lá pelas 7 horas da noite e tive o início de uma semana maravilhosa que iria fazer minha vida virar do avesso, e pra melhor! Meu pai me fez tomar um banho com ele onde tive todo meu corpo explorado pelas suas mãos e boca. Segurei aquela enorme cobra e ele me ensinou a masturbá-lo até gozar e soltar uma quantidade incrível de porra dentro do banheiro.

Depois de tomar banho fui para o quarto e coloquei uma roupinha bem safada pra deixar meu pai louco de tesão. Atolei uma calcinha vermelha no meu reguinho e por cima coloquei um shortinho branco que comprei pequeninho e que deixava minha bundinha toda pra fora e a bucetinha bem marcadinha. Em cima não preciso nem dizer. Coloquei um top um pouco menor que o habitual e minhas tetonas explodiam pra fora!

Mais tarde fomos pra sala onde eu percebi que ele não aguentou de tesão ao me ver vestidinha igual uma menina oferecida. Então ele me fez sentar sobre o braço do sofá e abriu bem minhas pernas. Ficou acariciando em volta da carne de minha bucetinha que saltava por fora do meu shortinho e me deu uma chupada na buceta que me deixou toda mole.

Dia seguinte ele me fez acordar cedo pra aproveitarmos o sol ainda fraco, já que eu tenho a pele muito branca. Depois de meia hora vendo pessoas de todos os tipos: bonitas, feias, magras, gordas, bundudas e peitudas (algumas piores que eu) é que tirei a canga. Eu estava de biquíni comportado e fui pra água com meu pai. Quando voltamos pra areia ele começou a passar o protetor solar no meu corpo. Ao ver-me sendo apalpada pelo meu pai ali na frente de inúmeras pessoas, fui sentindo um fogo sendo aceso dentro de mim e fui pensando nas histórias que minhas colegas contavam quando transavam. Foi quando senti a necessidade de dar pro meu pai de qualquer jeito. Quando estávamos juntos novamente na água, eu provocante fui passando a mão sobre sua sunga e resolvi falar de uma vez “Vamos voltar pro apartamento, papai! Eu quero transar com você de verdade!”. Acho que ele não entendeu direito ou não quis acreditar: “Como assim transar?”. Não tive nem tempo pra procurar palavras pra me expressar melhor: “Ué, pai! Transar! Quero dar pra você!”. Ele foi me puxando pra ficarmos afastados das outras pessoas: “Dar pra mim?”. Ficamos distraídos e quase uma onda nos derrubou: “Ah, pai! Você entendeu, não entendeu?”. Então ele me disse que entre nós só iria rolar brincadeiras de chupar e tocar, mas nada de penetração. Ele me deu um beijo na boca e pediu pra que eu fosse pra areia e ficasse esperando por ele, já que estava de pau completamente duro: “Filhinha, me espere na areia! Não posso sair da água do jeito que estou!”.

Já no apartamento tomamos um rápido banho e ele me levou peladinha pro quarto. Beijou-me muito na boca, chupou meus peitos, passou bastante os seus dedos na minha buceta até deixá-la encharcada: “Olha, filha! Eu nunca imaginei ter um momento como esse com você, mas estou maluco de tesão!”. E eu já estava quase subindo pelas paredes quando ele foi abrindo minhas pernas e se ajeitando com seu enorme pinto na mão. Ele passou várias vezes a ponta entre meus lábios vaginais antes de tentar enfiar e disse: Porra, filha! Sua bucetinha é tão pequena que mal cabe meu cacetão!”. Mas como buceta é buceta e foi feita pra levar pica, ele conseguiu fazer entrar a cabeça. A sensação que tive foi como se estivessem passando uma faca no meio das minhas pernas. Mas a pica foi entrando, entrando e me rasgando toda até parar com seu saco encostado na minha bunda. Apesar dos meus gritos, meu pai sabia que eu estava gostando de ser deflorada por ele.

Com muito jeito ele foi movimentando seu pinto pra frente e pra trás me arrancando gritos de dor e de prazer. Não foi fácil aguentar mais de 20 centímetros na minha pequena buceta recém-virgem, mas a vontade de recuperar o tempo que perdi com minha frescura por ter peitos grandes me fez esquecer a dor e curtir aquele tronco me fudendo com força.

Tive um orgasmo que parecia não ter fim. Só parei de gemer quando ele tirou pra me dar um banho de porra. Fiquei tão desinibida que até na varanda do apartamento eu chegava só com a parte de baixo do biquíni. Dos apartamentos que ficavam de frente, notei até homens utilizando binóculos pra ver meus peitos. E meu pai dizia: “Isso, filha! Mostra pra todo mundo como você é gostosa!”. Eu voltava pra dentro do apartamento e meu pai me dava tanta pirocada na buceta que eu levava uns 10 minutos pra recuperar as forças em minhas pernas. Aqueles dias em Cabo Frio, além de me fazer mulher, me fez ver como a vida era gostosa quando se praticava o sexo sem pudores.

Fui amante do meu pai dentro de nossa própria casa, por uns quatro anos. Casei, adoro meu marido, mas não consegui deixar de ir pra cama de vez enquanto com meu pai. Eu viro uma cadela quando ele enfia sua mangueira gigante no meu rabinho guloso.

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