Uncategorized

Não evites…

Não evites…
Senti-lo daquela forma enquanto me penetrava só me deixou ainda mais enlouquecida…

A forma como ele me agarra, eu nunca tinha vivenciado. Uma pegada bem forte e assertiva. Todos os dias anseio pelo chegar a casa do trabalho. Quero que o Nuno me agarre como só ele sabe. Quero sentir o calor do seu corpo contra o meu. O seu corpo, o seu cheiro, o seu sabor… só de me lembrar, o meu corpo começa a ficar todo agitado.

Quinta-feira.
Estava a ver que nunca mais chegava o final deste dia infernal. Tanta coisa para organizar e planear e depois com a Matilde a falar feita uma metralhadora sobre assuntos que não interessam nem ao menino Jesus, a minha mente está feita em pedaços. Mas finalmente me consegui escapar daquele inferno, mesmo sabendo que no dia seguinte teria que regressar.

Fui para casa feita uma flecha, tentando me escapar ao trânsito insuportável de pré fim-de-semana. O meu coração estava palpitante pois tinha esperado a semana toda por este dia, para rever o Nuno. São poucas as oportunidades para nós os dois estarmos juntos, por isso qualquer buraquinho que haja na nossa rotina nós tentamos estar juntos.

Combinei encontrar-me com o Nuno em minha cama, no meu território.

Arranjei-me de forma atraente mas sempre com um nó no estômago. Estava ansiosa por vê-lo novamente. O tique-taque do relógio deixava-me cada vez mais impaciente à medida que o tempo ia avançando.

Ressalto, no sofá, ao ouvir a campainha.

“Estava a ver que nunca mais chegava!”, pensei.

Ao abrir-lhe a porta não tivemos mãos a medir se não perder mais tempo. Ele agarrou-se a mim e deu-me um beijo tão ardente, tão apaixonado que quase me deixava sem respiração. Fiquei corada ao receber tal beijo.

As suas mãos vagueavam ao longo do meu corpo, depois por debaixo da minha saia. Queria despir-me com alguma urgência. Não queria esperar mais.

– Não te posso oferecer ao menos um copo de vinho? – digo-lhe entre risos,

– Ah! Claro! … – diz, meio atrapalhado enquanto dá um jeito ao seu cabelo.

Já sem qualquer pedaço de tecido sobre a minha pele vou até à cozinha para preparar dois copos de vinho tinto. Mas foi uma pausa demasiado perfeita. Quando me dei conta ele já estava por detrás de mim. A roçar o seu baixo ventre contra as minhas nádegas, ao mesmo tempo que respirava contra o meu pescoço. O meu corpo arrepia-se.

Num movimento audaz e desejoso segurou-me com uma mão na anca e com a outra agarrou-me nas duas mãos e colocou-as atrás das minhas costas, agarrando-as firmemente, eu não tinha qualquer maneira de me libertar das suas garras. Pressionou o meio das minhas costas de forma a encostar-me sobre o tampo da mesa da cozinha. Afastou-me as pernas de forma bruta com a ponta dos pés. Retirou a sua mão da minha anca e sinto-o a penetrar-me com força, com potencia. Cada penetração que ele me infligia era mais violenta que a anterior.

As minhas pernas estremecem. Tenho a boca seca de tanto ofegar, gemer e gritar. Está a deixar-me desvairada. Alcanço mais um orgasmo mas ele não cessa as suas penetrações cada vez mais profundas e duras. Agarra-me pelo pescoço e leva a minha boca ao encontro com a sua. As minhas mão estão livres finalmente. Beijo-o fugazmente. A minha língua enrola-se na dele à medida que as suas penetrações se tornavam cada vez mais vagarosas. Os testículos ao embaterem sobre o meu clitóris deixam o meu corpo a fervilhar, enquanto as suas penetrações não tem meio de terminar.

Toco-me e enquanto o faço, começo a deslizar os dedos até sentir o seu pénis a entrar e a sair de dentro de mim. Com tanto vigor, com tanta carência. Aperto o seu pénis entre os meus dedos humedecidos com aquela tesão toda. Aperto-o mais um pouco. Sinto como me penetra, sinto como palpita entre os meus dedos. Senti-lo daquela forma enquanto me penetra só me deixou ainda mais enlouquecida, até que me agarra pelo pescoço novamente e diz-me:

– Vamos! Mexe-te!

Fui apanhada de surpresa e não sei muito bem como responder àquela situação a não ser colocar uma expressão de atrapalhada no rosto.

– Ó Maria, para o quarto. Vá deixa-te de caras e começa mas é a andar à minha frente.

Em vez de lhe obedecer salto para os seus braços e começo a beija-lo de forma carinhosa, enquanto as minhas unhas se cravavam cada vez mais fundo ao longo da sua pele. Ele não se debate e acaba por me levar assim até ao quarto, onde depois me coloca, cuidadosamente, sobre a cama. Não me canso de beijar aqueles seus lábios tão carnudos, tão deliciosos, tão pecaminosos. Agarra-me no pescoço, afasta-se dos meus lábios e pergunta-me:

– És minha?

Não lhe respondo, limito-me a tentar alcançar novamente os seus lábios gulosos.

– És minha? – pergunta-me num tom firme e arrogante, apertando-me mais um pouco o pescoço – Responde boneca!

– Sim… – deixo escapar quase como um sopro.

– Sim, o quê meu anjo?! – os seus dedos aliviam a pressão que exercia sobre o meu pescoço.

– Sou tua.

Ao acabar de lhe responder ele penetra-me. Coloca-se dentro de mim sem pedir qualquer autorização. Aquela primeira penetração deixou-me sem fôlego. Foi inesperadamente gostosa. Queria mais. Rodo as minhas ancas a cada pancada que ele me dava. Puxa-me pelos cabelos e diz:

– És minha. E de mais… Ninguém.

Beija-me. A sua língua procurava a minha. O seu corpo fervia contra o meu. As minhas mãos percorriam o seu corpo.

Quando estou prestes a atingir o orgasmo, sai de dentro de mim e coloca-se de joelhos entre as minhas pernas e começa a lamber-me. Lambe-me sem parar. Agarro-me aos seus longos cabelos castanhos. Estava molhado, ensopado. Sentia os seus dentes a roçarem o meu clitóris e depois dava-me pequenas mordidas nos pequenos lábios e depois nos grandes. Os meus mamilos estavam tesos, duros e ansiosos por um toque. Levo-o à minha boca. Estou prestes a vir-me.

– Mete-o … – digo-lhe ofegando, enquanto lhe agarro nos cabelos com força – Quero-te dentro de mim.

Três pancadas secas, fortes e saciantes. O meu corpo relaxa ao atingir tamanho orgasmo. Ele deixou-me o corpo desfeito e a minha mente feita em papa. Aquele homem deixou-me demasiado satisfeita, mas em contrapartida:

– Queres um pouco de água? – pergunta-me com um sorriso na cara.

– Sim … por favor. – digo-lhe ainda meio ofegante.

Depois de lhe devolver o copo, sem uma única gota de água, ele diz-me:

– Mais uma voltinha?

NaoEvites2

Depois de o ouvir a pedir-me por mais , não fui capaz de lhe dizer que não. Virei-me na direcção do seu olhar e disse-lhe:

– Que achas de primeiro tomarmos um banho? … Eu estou a precisar.

– Mas já-já?! – responde-me num tom irresistivelmente sensual.

Ao ouvi-lo falar-me daquela forma o meu corpo estremeceu. Senti as minhas entranhas a voltarem a aquecer e o meio das minhas pernas a começar a humedecer.

Fiquei, durante uns breves momentos, a admirá-lo enquanto lhe acariciava tanto o peito como depois a sua face. Aquele homem, que estava deitado nos meus lençóis, era tudo o que eu sonhava encontrar num homem.

Enquanto eu mergulhava nos meus próprios pensamentos ele foi cerrando os olhos, deixando-se relaxar à medida que o meu toque diminuía de velocidade. O meu toque ia-se tornando cada vez mais atento a cada recanto do seu corpo.

Ao vê-lo de olhos fechados pensei em atacar a minha presa.

“Vamos lá continuar a festa senhor Nuno”, pensei.

Coloquei-me por cima do seu corpo bem calmamente, não queria acorda-lo daquele seu sono leve. Comecei por lhe dar beijos leves a começar na sua orelha, passando pelo seu pescoço, desço até à sua clavícula, volto ao seu pescoço e dou-lhe um beijo na sua maçã de Adão. Ele estremece. Agarra-me pelos pulsos e com um olhar confuso pergunta-me:

– Que estás a fazer?

– Por enquanto nada.

Estando livre das suas garras continuei no meu caminho ao longo do seu corpo escultural. Beijo-lhe o peito mas demoro-me nele. Beijando cada mamilo tranquilamente. Demorando-me o tempo que achei necessário. Sentir o seu mamilo endurecer entre os meus dedos e depois à medida que os meus dedos tocam no outro mamilo o seu corpo estremece, fica ofegante.

Continuo o meu caminho. Perdendo-me em cada centímetro do seu tronco. Ao chegar ao seu baixo ventre demoro-me. Lambo-lhe o pénis de forma carinhosa para depois o abocanhar num movimento só. Agarra-me nos cabelos com força. Puxa-me a cabeça contra si, ter o seu pénis por completo dentro da minha boca, senti-lo na minha garganta enquanto a minha língua continua a remexer-se com aquele doce tão delicioso a ocupar-me a boca toda. As lágrimas vêm-me aos olhos, mas eu não consigo parar. Levo a minha mão até à minha vagina. Estou tão quente, tão húmida. Quero-o, preciso dele.

Ao sentir que estou a diminuir de intensidade nas minhas investidas o Nuno agarra-me novamente pelos cabelos e com a outra mão agarra-me pelos pulsos e obriga-me a chupá-lo todo até ao fim. Tira-o da minha boca e diz:

– Chupa-os.

Tenho o pénis dele a roçar-me no nariz enquanto coloco cada testículo, à vez, dentro da minha boca.

– Vai mais abaixo. – diz-me enquanto solta um gemido.

Deslizei com a minha língua até ao meio das suas nádegas. Encontro o seu ânus. Lambuzo-o, rodopio a minha língua ao longo do seu contorno até que o tento penetrar. Ao tentar fazê-lo ele agarra-me com mais vigor pelos cabelos e diz-me:

– Tu és uma porca … – diz meio ofegante.

Ele liberta-me as mãos o que me dá mais liberdade de movimentos. Agarro-lhe nos testículos enquanto a minha língua está a fazer uma vaivém ao longo do seu mastro que está pulsante, quente e ansioso por se vir.

– Que porca!! – diz-me novamente ao sentir a minha língua novamente no seu ânus.

Ele atira a sua cabeça para trás, está cada vez mais endoidecido com o prazer que recebe. As minhas mãos deambulam ao longo do seu corpo enquanto a minha língua não tem meio de cessar a sua actividade.

– Dalila, anda até mim.

Agarrando-me pelos cabelos faz com que me encaminhe até à sua boca. As nossas línguas se enrolaram e lambuzaram. Sentir a sua boca quente, que delicia.

– Senta-te sobre mim.

Obedeci.

– Faz-me vir sua porca.

Sentada sobre ele comecei a saltitar sobre ele. As suas mãos agarram-me com vigor tanto nos meus seios que saltam sem qualquer coordenação, como as minhas nádegas.

– Roda essa cintura para mim!

Entre ordens e pedidos doces desfrutei daquele pequeno momento, mas eu não queria fazê-lo vir-se ali. Queria um banho, eu precisava de um.

Agarra-me pelo pescoço e diz-me:

– És só minha, ouviste?

Não lhe respondi, continuei nas minhas rotações sobre ele. Sentir que estava na posse daquele pénis monstruosamente apetitoso.

As suas mãos apertam-me ainda mais o pescoço, pois não lhe dei qualquer resposta.

– Não és só minha, é isso?

Sinto-me a ficar sem ar. O meu pescoço é cada vez mais apertado. Sinto-me cada vez mais perto de perder os sentidos, mas não cesso nos meus movimentos. Sem ouvir um único som vindo de mim, a não ser gemidos e lufadas de ar, puxa-me pelo pescoço até si e diz-me com os seus lábios bem colados nos meus:

– És SÓ minha, ouviste?

– Nu-no…

– Diz.

– Nã-o… con-si-go… res-pi-rar…

Ao ouvir-me ele não vai de modos e coloca-me ao seu lado na cama, de barriga para baixo, ele num movimento audaz e veloz colocou-se entre as minhas pernas, penetrou-me com todas as forças que ainda lhe restavam, puxa-me os cabelos ainda com mais força e com a outra mão dá-me uma palmada que a minha pele fica a arder. Parece-me que me estão a queimar. Não consigo reclamar, ele não me permite. Rodopio as ancas de forma a aliviar a dor na nádega enquanto me remexo por debaixo dele na cama, mas sem sucesso. Quando a minha pele começa a ficar um pouco mais fresca ele dá-me outra palmada ainda com mais força que a anterior.

O meu corpo, por mais que goste de dor e de prazer no mesmo prato, o meu nível de dor estava a ultrapassar o que ele aguentava realmente.

Atingi o clímax primeiro que o Nuno, ele ainda se demorou mais um pouco. O meu corpo depois do orgasmo já não sentia nada. Só queria era relaxar. Estou cansada, exausta.

– Estou quase, coisa boa!

Pensei que era um aviso, como das últimas vezes, para engolir o seu gozo, mas desta vez não. Retirou-o abruptamente e senti o seu sémen quente a cair-me ao longo das costas e nádegas. Quando acabou, deitou-se ao meu lado, respirando fundo.

– Agora, já podemos tomar banho Super-Homem? – digo-lhe num tom gozão.

Ficou em cima da cama, sem me dizer nem uma única palavra. Sinto-me arrasada.

– Eu vou – continuo por lhe dizer – Quando quiseres aparecer estás à vontade.

Por pouco não me deixei dormir na minha banheira de hidromassagem, ao contrário de outra pessoa que nem se dignou em se levantar da cama.

By: Alexa

Bunlar da hoşunuza gidebilir...

Bir cevap yazın

E-posta hesabınız yayımlanmayacak. Gerekli alanlar * ile işaretlenmişlerdir