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Quando voltei do jantar (Carlos da sauna II)

Quando voltei do jantar (Carlos da sauna II)
Quando voltei do jantar eram 11 horas da noite. Carlos continuava enroscado na minha mulher, mas agora ele estava de lado na cama e via-se o caralhão enfiado no cu da minha mulher. A tarada não tinha ficado satisfeita com o caralhão dentro da cona e agora estava a ser enrabada. Gemia mas a pedir para o Carlos lho ir enfiando todo. “mete todo até ao fim, quero-o todo dentro do cu” dizia ela numa voz melada, mas impositiva. Ela queria mesmo aquele caralhão todo dentro do cu.
Assisti àquilo a pensar que ela estava completamente fora dela, doida por ter aquele caralhudo dentro dela, e o culpado era eu.
Fui beber um uísque na sala. Ouvia-a ganir, sobretudo quando tinha mais um orgasmo. Quando acabei de beber voltei e estavam os dois a dormir, ela com a mão no caralho do Carlos e ele com um ar de quem dormia o sono dos justos. Aquela cena deu-me tesão. Despi-me, e comecei a esgalhar uma punheta com um gosto particular ao ver aquela cena e a lembrar-me de como a minha mulher tinha aguentado aquele caralhão o dia todo, que ao olhar para ele agora em repouso, continuava a ser um grande caralhão. O Carlos tinha um caralho de burro. Aquele caralho era de um tamanho anormal. Esgalhei a punheta até me vir e esporrei-me para cima dela. Deitei-me ao lado dela, do outro lado estava o Carlos a ressonar.
Acordei às 7 da manhã e eles dormiam. O quarto cheirava a sexo, a esporra, a cona usada. Levantei-me com a tesão de mijo e bati uma para cima dela, esguichou para as tetas e a barriga da minha mulher. Saí do quarto e fui tomar banho. Vim para o computador ver se havia porno novo ou alguns comentários nos meus vídeos ou fotos. Nada de especial.
Tomei o pequeno-almoço e como sei que o meu irmão também é mad**gador, telefonei-lhe. Ele resmungou um bocado porque estava a foder a mulher, mas depois de eu lhe contar o que tinha acontecido ontem e como estavam hoje de manhã, ele disse que ia acabar de aviar a mulher e depois vinha a minha casa.
Eram 10 horas chega o meu irmão com a minha cunhada. Contei-lhes que tinha convidado o Carlos para dar umas fodas na Zélia, mas que nunca tinha pensado que ele ia passar a noite. Nisto ouvimos gemidos e fomos ver. Carlos Estava a ser mamado pela minha mulher. A minha cunhada viu o caralhão e ficou de boca aberta. Só dizia e repetia “foda-se! tás a ver aquilo?” enquanto a mão lhe descia para o meio das pernas e esfregava a cona. Carlos ficou surpreendido e eu disse “Não te preocupes é o meu irmão e a minha cunhada.” O meu irmão despiu-se e com a pichota na mão, aproximou-se da minha mulher. Começou a acariciar-lhe o cu e a cona e a minha cunhada juntou-se à frente e disse à minha mulher: “deixas?” não esperou pela resposta e pegou no caralho do Carlos que tinha a cabeça do caralho na boca da minha mulher mas tinha tudo o resto à mão de semear. Eu despi-me e comecei a esgalhar a minha punheta e o meu irmão já estava a lamber a cona da minha mulher. A minha cunhada perguntou à minha mulher: “Ele meteu-te todo dentro? a minha mulher respondeu “hmmm, hmmmm” e ela disse “Também quero!” Olhou vagamente para o meu irmão que já estava a dar uma canzana na minha mulher, como que a pedir autorização, mas não esperou pela resposta.
Pôs a cona a jeito e a minha mulher deixou o Carlos por-se em posição. Pegou-lhe no caralhão e colocou ela própria o mangalho do Carlos na cona da minha cunhada que logo que sentiu a cabeça grossa do caralho do Carlos a penetrá-la, começou a dar gritinhos e ais. A minha mulher ordenou ao Carlos que a penetrasse até o caralho estar todo dentro e lhe desse forte e Carlos obedeceu. Penetrou a minha cunhada com força e repetidamente, enquanto o meu irmão continuava a foder a minha mulher à canzana e eu ia na segunda punheta. A minha cunhada entrou em delírio e veio-se repetidamente de tanto gozo, enquanto gritava o nome do meu irmão e dizia “ai é tão bom, Foda-se é tão bom, continua foda-se! não pares com esse caralhão dentro mim” a minha mulher deixou-a gozar e depois disse ao meu irmão para sair dela e saltou para cima do Carlos enfiando o mangalho dele cona dentro. A minha cunhada ainda estava em transe com a mão na cona e o meu irmão foi fazer-lhe um minete enquanto em me esporrava uma terceira vez. Quando dei pelas horas eram quatro da tarde e o meu irmão fodia a meias com o Carlos a mulher dele e a minha. Quando viu as horas Carlos pediu desculpa mas que se tinha de ir embora porque tinha um compromisso. Agradeceu muito a todos especialmente a mim, tomou um banho rápido e saiu.
Tanto Zélia como a minha cunhada ficaram deitadas de pernas aberta com a mão a massajarem levemente as ratas, completamente derreadas de levarem com o caralhão e o meu irmão ia aproveitando as bocas delas para meter o caralho dele, já flácido.
Eu fiquei a ver a cena de caralho na mão. Esgalhei mais uma e pelas 6 da tarde saí com o meu irmão para comprar jantar. Estavam todos famintos, ninguém tinha comido nada durante o dia.

deleted O caralho do Carlos

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